Agentes do 3º Batalhão da PM foram acionados após receberem informações de que um homem em liberdade condicional estaria liderando o comércio ilegal na área.
Drogas apreendidas em cemitério pela PM. Foto: PMPE/Divulgação
A Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) descobriu que um cemitério localizado na Avenida Pinto Campos, em Arcoverde, no Sertão do Estado, estava sendo utilizado como ponto de tráfico de drogas.
De acordo com a corporação, agentes do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foram acionados após receberem informações de que um homem em liberdade condicional estaria liderando o comércio ilegal na região e usando o cemitério como esconderijo para os entorpecentes.
No local, os policiais encontraram três bolsas escondidas próximas às covas, contendo um pote com 171 pedras de crack, 303 papelotes de cocaína, 1 kg de maconha, além de uma balança de precisão e materiais para embalo de drogas.
O suspeito foi posteriormente localizado e negou a posse do material, permitindo a entrada dos policiais em sua residência. Durante a revista, a equipe encontrou uma pequena quantidade de maconha e embalagens idênticas às apreendidas no cemitério, reforçando a ligação entre o homem e o tráfico na área.
O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Arcoverde, que dará continuidade às investigações.
Na última quinta-feira, 2 de outubro, no Paranoá, no Distrito Federal, um homem de 56 anos é preso suspeito de falsificar e adulterar bebida alcoólicas. A prisão foi realizada pela Polícia Militar, após denúncias de que o suspeito produzia as bebidas em casa e revendia em um comércio da região. De acordo com a corporação, o homem foi encaminhado para a 6ª Delegacia de Polícia. A identidade dele não foi divulgada.
Durante a operação, os policiais encontraram uma grande quantidade de materiais utilizados na produção e adulteração de bebidas. Entre os itens estavam 150 garrafas vazias, tampas, selos de lacre e recipientes já preenchidos com líquidos que simulavam bebidas alcoólicas conhecidas.
Segundo a PM, a denúncia relatava que o homem utilizava a própria residência para fabricar os produtos, misturando substâncias de baixo custo com rótulos de marcas reconhecidas no mercado. O material recolhido foi entregue à Polícia Civil para investigação.
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