Notas de dinheiro. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) foram desenvolvidos com o objetivo de aproximar o trabalhador do crescimento das empresas brasileiras, funcionando como um mecanismo de distribuição de recursos que beneficia especialmente quem se encontra em maior vulnerabilidade socioeconômica.
Ambos foram concebidos para fortalecer o papel social do emprego formal e garantir uma compensação financeira adicional aos profissionais que se enquadram nos critérios estabelecidos.
Para ter acesso ao PIS/Pasep, o trabalhador precisa cumprir um conjunto de regras específicas. A primeira delas é possuir, no mínimo, cinco anos de inscrição no programa, período que começa a ser contado a partir do primeiro emprego formal, quando ocorre a criação automática do cadastro.
Além desse requisito, é necessário ter exercido atividade profissional por pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base usado para calcular o benefício. Essas exigências moldam o público-alvo dos programas e asseguram que os recursos atinjam trabalhadores que realmente mantêm vínculos formais e contribuem de maneira efetiva.
O direito ao benefício em 2026 permanece restrito aos trabalhadores com carteira assinada. Isso significa que profissionais autônomos, pessoas que atuam na informalidade e empregadores não entram no grupo contemplado. Também ficam de fora aqueles cuja remuneração média no ano-base ultrapassou dois salários mínimos. A separação entre PIS e Pasep continua a valer: servidores públicos federais, estaduais e municipais são vinculados ao Pasep, enquanto trabalhadores da iniciativa privada recebem pelo PIS.
Todos os anos, o pagamento dos benefícios segue um calendário específico, organizado para distribuir os saques ao longo de vários meses. Para quem recebe pelo PIS, as datas de liberação acompanham o mês de aniversário do trabalhador. No caso do Pasep, os valores são liberados de acordo com o dígito final do número de inscrição do beneficiário. Essa estrutura busca evitar congestionamento no sistema bancário e facilitar o acesso de todos os contemplados.
Os bancos responsáveis pelo pagamento oferecem diversos canais de consulta para que o trabalhador verifique se tem direito ao benefício. Tanto nos aplicativos oficiais quanto nos sites, é possível acessar informações utilizando o CPF ou o número de inscrição social. No momento de realizar o saque, é obrigatória a apresentação de um documento oficial com foto, além da necessidade de manter os dados trabalhistas atualizados para evitar inconsistências no sistema.
Para 2026, assim como ocorre todos os anos, o cronograma oficial será divulgado pela Caixa Econômica Federal, no caso do PIS, e pelo Banco do Brasil, no caso do Pasep. Cada beneficiário deverá observar as datas referentes ao seu perfil, acompanhando os anúncios nos portais oficiais para garantir o recebimento dentro do prazo estabelecido.
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