Materiais apreendidos pela PF. Foto: PFPE/Divulgação
Uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, venda ilegal de armas e lavagem de dinheiro é alvo da Operação Sintonia Fina, deflagrada nesta quarta-feira, 3 de setembro, pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE).
Segundo a Polícia Federal (PF), os investigados movimentaram mais de R$ 328 milhões nos últimos anos, utilizando empresas de fachada e contas em nome de terceiros para ocultar a origem ilícita dos recursos.
A operação cumpre:
As ações ocorrem em 11 cidades, incluindo Recife, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Igarassu, Abreu e Lima, Itaquitinga, Paudalho, Tacaimbó, Caruaru, Campo Grande (MS) e Itanhaém (SP). As medidas foram autorizadas pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Jaboatão dos Guararapes.
As apurações começaram em 2024 e revelaram que o grupo mantinha intensa atividade criminosa violenta na capital, na Região Metropolitana e no interior de Pernambuco. Mesmo após a prisão do principal líder, em 2024, o esquema continuou ativo com conexões identificadas no Grande Recife.
A Operação Sintonia Fina é um desdobramento das operações Manguezais (2022) e La Catedral (2024), também conduzidas pela FICCO/PE, que haviam apontado irregularidades no sistema prisional do Estado.
Operação La Catedral: desarticulou uma rede formada por detentos e policiais penais no Presídio de Igarassu, suspeitos de corrupção e tráfico de drogas dentro da unidade.
Operação Manguezais: mirou uma facção atuante em Pernambuco e em outros cinco estados, com prisões, apreensão de veículos de luxo, armas e R$ 112 mil em espécie.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado é formada por Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Secretaria de Defesa Social de Pernambuco e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).
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