Após a confirmação preliminar da substância, a mulher foi conduzida à Superintendência Regional da Polícia Federal em Pernambuco, onde foi autuada em flagrante.
15 de julho de 2026 às 14:27 - Atualizado às 14:29
Flagrante uma mulher de 42 anos, natural do Recife. Foto: Divulgação/PF
A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, prendeu em flagrante uma mulher de 42 anos, natural do Recife, suspeita de tráfico interestadual de drogas. A prisão foi realizada na tarde do último domingo, 13 de julho, em Pernambuco.
De acordo com a Polícia Federal, a suspeita foi abordada logo após entrar na posse de uma encomenda durante uma ação de fiscalização. Durante a abordagem, os policiais solicitaram a abertura da caixa de papelão que ela transportava para verificar o conteúdo.
No interior da embalagem, os agentes encontraram um invólucro com uma substância em pó de coloração branca. O material foi submetido a um teste preliminar de identificação de drogas, conhecido como narcoteste, que apresentou resultado positivo para cocaína.
Segundo a corporação, foram apreendidos aproximadamente 730 gramas da droga. Após a confirmação preliminar da substância, a mulher foi conduzida à Superintendência Regional da Polícia Federal em Pernambuco, onde foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de drogas, previsto na Lei nº 11.343/2006, que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas.
A identidade da suspeita não foi divulgada pelas autoridades. A Polícia Federal informou que a prisão ocorreu durante uma operação de fiscalização realizada em parceria com a Receita Federal, ação voltada ao combate ao transporte e à circulação de entorpecentes. O material apreendido será submetido aos procedimentos periciais previstos na investigação.
O tráfico interestadual de drogas é caracterizado quando há indícios de que o transporte ou a distribuição de entorpecentes envolve mais de um estado brasileiro. A apuração das circunstâncias do caso ficará a cargo da Polícia Federal.
Caso seja condenada pela Justiça, a investigada poderá cumprir pena de até 15 anos de reclusão, além de estar sujeita às demais sanções previstas na legislação. A Polícia Federal não divulgou informações sobre a origem da encomenda, o destino da droga ou outros detalhes relacionados à investigação, que segue em andamento.
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