Jovem de 22 anos foi localizada horas depois em Olinda; criminosos exigiram R$ 50 mil durante o sequestro.
11 de maio de 2026 às 13:45 - Atualizado às 13:51
Maressa Thereza. Foto: Reprodução/Redes sociais
A influenciadora digital Maressa Thereza, de 22 anos, foi sequestrada durante a madrugada deste domingo, 10 de maio, após criminosos invadirem a casa dela no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife.
Horas depois, a jovem foi encontrada e resgatada em Olinda, na Região Metropolitana. Segundo informações repassadas à polícia, homens encapuzados entraram na residência, renderam Maressa e a levaram do local.
Após o sequestro, os suspeitos passaram a exigir um valor de R$ 50 mil como resgate. O caso mobilizou equipes do Grupo de Operações Especiais, conhecido como GOE, responsável pelas buscas e investigações.
De acordo com relatos, um pedido de ajuda chegou a ser publicado nas redes sociais da influenciadora, o que ajudou a chamar atenção para o desaparecimento da jovem.
Após horas de buscas, Maressa Thereza foi localizada em uma área de mata em Olinda e resgatada pelas equipes policiais. Até o momento, a polícia não divulgou detalhes sobre suspeitos presos ou sobre como ocorreu a localização da influenciadora.
Nas redes sociais, Maressa reúne mais de 566 mil seguidores no Instagram, onde produz conteúdos ligados ao cotidiano, maternidade, compras e rotina pessoal.
Depois do resgate, a assessoria da influenciadora divulgou uma nota informando que ela estava bem. O comunicado agradeceu as mensagens enviadas por seguidores, amigos e familiares durante o período em que a jovem esteve desaparecida.
"Informamos aos fãs, administradores, amigos e familiares que, graças a Deus, agora está tudo bem com Maressa. Agradecemos imensamente toda preocupação, carinho, mensagens e orações recebidas nesse momento", informou a equipe nas redes sociais.
Em nota oficial, a Polícia Civil de Pernambuco confirmou que o caso foi registrado como extorsão mediante sequestro.
Segundo a corporação, as investigações continuam em andamento e novas informações não serão divulgadas neste momento para não atrapalhar as diligências. O caso segue sendo investigado pelo GOE.
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O caso foi em 2025, mas a decisão de segunda instância foi publicada na última semana de julho. O tribunal manteve a condenação definida anteriormente pela Justiça do Trabalho.
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