Pastor e esposa que foi agredida. Foto: Reprodução
O pastor Anthony Earl Pinkney, de 47 anos, foi despejado de casa pela polícia após ser acusado de agredir e tentar matar a esposa, Kisha Pinkney, durante uma discussão no último 3 de julho, nos Estados Unidos.
De acordo com registros judiciais, o líder religioso é investigado por tentativa de estrangulamento, ameaça de estupro e agressão física. Ele é bispo da Bethel Commandment Church, localizada em York, no estado da Pensilvânia, e era casado com a vítima desde 2001.
Segundo o site Penn Live, Kisha relatou à polícia que a violência aconteceu na residência do casal, no município de Springettsbury Township, após uma discussão envolvendo um possível caso extraconjugal do pastor.
Por volta das 19h, Kisha pediu que o marido deixasse a casa. No entanto, ao subir as escadas, foi surpreendida por Pinkney, que a agarrou pelo vestido e deu início a uma série de agressões físicas e verbais.
No depoimento, a vítima afirmou ter sido arrastada até o quarto, onde foi espancada com socos na cabeça e no corpo, além de ser jogada contra um móvel. Durante o ataque, Pinkney teria ameaçado:
“Onde está a arma, [palavrão]? Vou explodir sua cabeça”, conforme consta nos autos do processo.
O bispo também é acusado de tentar sufocar a esposa, pressionando o antebraço contra ela e cobrindo seu nariz e boca com a mão, impedindo-a de respirar. Segundo Kisha, o estrangulamento durou de dois a três minutos, e ela só conseguiu se soltar ao morder o peito do agressor.
Durante o episódio, Pinkney também teria ameaçado estuprar a esposa caso ela continuasse gritando. A vítima afirmou que a violência sexual não chegou a se concretizar, mas relatou zumbido no ouvido esquerdo, perda de audição e um estalo durante as agressões.
Após conseguir escapar, Kisha dirigiu até o hospital UPMC Memorial, onde foi atendida por profissionais de saúde.
1
12:04, 25 Ago
28
°c
Fonte: OpenWeather
Registro feito por um motorista chamou atenção nas redes sociais e levou os órgãos responsáveis a vistoriar o imóvel.
A operação apura a possível participação de integrantes do grupo em crimes de corrupção, extorsão, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Consulta exige uma conta gov.br com nível reforçado de segurança, enquanto o prazo definitivo para solicitar os valores continua correndo.
mais notícias
+