Altair da Silva Santos, pastor que foi morto e local do crime. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Um pastor de 46 anos, identificado como Altair da Silva Santos, condenado por estupro de vulnerável, foi assassinado a tiros na segunda-feira, 26 de janeiro, na Praça dos Colonizadores, localizada no Centro de Juara, no Mato Grosso. De acordo com a Polícia Militar (PMMT), ele foi abordado por uma dupla de homens em uma motocicleta, que dispararam três vezes contra o religioso.
A corporação informou que os policiais encontram a vítima, no local, deitada de costas e com o rosto sangrando. Testemunhas afirmaram, aos agentes, que os suspeitos se aproximaram do pastor e realizaram os disparos de arma de fogo. Após cometer o crime, eles fugiram pela praça e seguiram pela Avenida José Alves Bezerra, no sentido Jardim América.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMMT) foram acionadas e constataram a morte ainda na cena.
A área foi isolada para preservação da cena até a chegada da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pelos trabalhos periciais.
Segundo consta no boletim de ocorrência, Altair cumpria pena em regime de reeducação e prestava serviços à Prefeitura Municipal de Juara. Até o momento, os autores do crime não foram identificados.
A Polícia Civil assumiu as investigações e trabalha para esclarecer as circunstâncias do homicídio, além de identificar os responsáveis e a motivação do ataque.
Altair havia sido preso em 2023, acusado de estuprar uma menina de 11 anos, filha de uma mulher que trabalhava na igreja em que ele era pastor. Em julho do ano seguinte, o homem foi condenado a 12 anos de prisão. Atualmente, ele cumpria pena em regime de reeducação, na Cadeia Pública da cidade.
No momento do assassinato, Altair realizava serviços de limpeza pela Prefeitura de Juara, através da Fundação Nova Chance. Ambos o órgão público e a instituição não se pronunciaram sobre a morte.
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) cumpriu, na última sexta-feira, 23 de janeiro, a prisão preventiva de um pastor suspeito de cometer crimes sexuais contra fiéis em Itaiópolis, no Planalto Norte catarinense. A ação faz parte da Operação “Fé Cega”, deflagrada após denúncias feitas por três mulheres.
Segundo a investigação, o líder religioso se aproveitava da posição de autoridade dentro da igreja para se aproximar das vítimas e conquistar sua confiança. Ele buscava fiéis em momentos de fragilidade emocional, oferecendo “ajuda espiritual” por meio de orações e rituais.
Os relatos apontam que os ataques ocorreram tanto nas residências das vítimas quanto no próprio templo. Durante os supostos rituais, o pastor utilizava óleos e outras substâncias, deixando as mulheres desorientadas e, em alguns casos, desacordadas. Esse estado facilitava a prática dos abusos.
A PCSC investiga os casos como abuso sexual e violação mediante fraude, já que o suspeito teria se valido de manipulação e substâncias para cometer os crimes.
Após os procedimentos legais, o pastor foi encaminhado ao sistema prisional e segue à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar se existem outras vítimas.
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