Imagem ilustrativa de uma tentativa de abuso sexual. Foto: Freepik
No Rio de Janeiro, um homem foi preso na sexta-feira, dia 26 de dezembro, sob suspeita de ter cometido uma série de estupros contra a própria filha de 10 anos.
Policiais civis da Divisão da Criança e do Adolescente Vítima, a DCAV, realizaram a prisão após o avanço das investigações que apuraram denúncias de violência sexual ocorridas ao longo de vários anos dentro do ambiente familiar.
A apuração teve início quando a mãe da criança procurou a polícia para relatar uma descoberta feita em casa. Segundo o registro da ocorrência, a mulher encontrou anotações escritas pela filha. Nos textos, a vítima descrevia episódios de abuso sexual que teriam ocorrido durante visitas à residência do pai. O conteúdo das anotações levantou suspeitas graves e levou a família a buscar ajuda das autoridades.
Após o relato da mãe, a Polícia Civil iniciou as investigações por meio da DCAV, unidade especializada no atendimento a vítimas de violência sexual em contextos familiares. Os agentes analisaram o material apresentado, ouviram a responsável legal e passaram a reunir informações por meio de trabalho de inteligência. A polícia tratou o caso como prioritário, considerando a gravidade dos fatos e o histórico de vulnerabilidade da vítima à época dos abusos.
Os relatos apontam que os abusos aconteciam sempre que a menina permanecia na casa do pai, durante períodos de convivência familiar. A repetição dos episódios reforçou os indícios de violência contínua e sustentou o pedido de medidas mais rigorosas contra o investigado.
Durante os procedimentos policiais, os agentes localizaram o suspeito e o conduziram para prestar depoimento. Segundo a Polícia Civil, o homem foi ouvido formalmente e confirmou os abusos praticados contra a filha. A confissão, somada às informações reunidas durante a investigação, fortaleceu o conjunto de provas do inquérito.
Com base nos elementos colhidos, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do investigado. A Justiça analisou o pedido e expediu o mandado, que foi cumprido na sexta-feira. A prisão preventiva tem como objetivo garantir a segurança da vítima, evitar interferências na investigação e assegurar o andamento do processo judicial.
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Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
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