Queimadura que criança sofreu da mãe, em Olinda. Foto: Reprodução
Uma menina de 7 anos foi vítima de agressões cometidas pela própria mãe e sofreu queimaduras na mão e na região genital, no bairro de Águas Compridas, em Olinda, Região Metropolitana do Recife. O caso chegou à Delegacia da Mulher do município na segunda-feira, 1º de setembro, e está sendo investigado como maus-tratos e lesão corporal no contexto de violência doméstica.
Segundo o Conselho Tutelar, os episódios de violência aconteceram em momentos diferentes. Em um deles, a mãe teria aquecido um garfo no fogo e pressionado a mão da criança como castigo porque ela perdeu uma borracha escolar. Em outro, a menina contou que dormia quando foi queimada na região íntima com um palito de fósforo.
“Quando ela acordou, que sentiu e viu a mãe do lado, ela disse que estava com uma dor como se tivesse sido queimada e a mãe disse que teria sido ela quem queimou”, relatou a conselheira tutelar Cláudia Roberta.
As agressões ocorreram no dia 11 de agosto, mas só foram denunciadas dias depois, quando a vítima revelou o que havia acontecido a vizinhos. A escola foi informada e acionou o Conselho Tutelar, que comunicou a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE).
A menina foi submetida a exames no Instituto de Medicina Legal (IML) e, junto com os irmãos de 5 e 2 anos, encaminhada para uma casa de passagem, onde permanece sob proteção até decisão da Vara e da Promotoria da Infância.
A suspeita, de 26 anos, foi ouvida na delegacia. No depoimento, não negou as agressões, mas optou pelo silêncio. Em nota, a Polícia Civil informou que instaurou inquérito para apurar todas as circunstâncias do caso.
Uma criança de 2 anos morreu após sofrer uma convulsão e os pais, que são irmãos consanguíneos e mantêm um relacionamento incestuoso, permaneceram um dia inteiro com o corpo dentro de casa, na rua Asa Branca, em Olinda, no Grande Recife. O caso ocorreu no domingo, 31 de agosto e só foi descoberto na segunda (1º), quando um vizinho acionou a polícia.
De acordo com o Conselho Tutelar, o casal não socorreu o menino, mesmo morando próximo a uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). Eles também têm uma filha de 9 meses, que foi acolhida pela entidade. Os pais têm 18 e 24 anos. Os nomes não foram divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
No Brasil, o incesto não é tipificado como crime, mas a medicina condena a prática devido ao risco de más formações congênitas em filhos dessas relações. O casamento entre parentes diretos, no entanto, é proibido.
A conselheira tutelar Claudia Roberta afirmou que os pais disseram ter tentado reanimar o menino, mas não acionaram socorro:
"O menino convulsionou, eles não sabiam o que fazer, tentaram reanimar, mas não conseguiram. Aí eu perguntei: 'Chamaram socorro, chamaram Samu, levaram para UPA?' Não. Mas também não falaram mais nada. Saíram [de casa], voltaram e o menino no sofá."
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