Após o ataque, que ocorreu em um bloco carnavalesco no bairro a Mustardinha, na Zona Oeste do Recife, Maria Luiza morreu depois de dar entrada na UPA dos Torrões.
Mulher que morreu em bloco de carnaval no Recife e Kallyne Santos saindo do DHPP. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Kallyne Santos da Silva, de 21 anos, que estava custodiada no Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby, por esfaquear o ex-companheiro Gabryel Castro e a atual dele, Maria Luiza Costa da Silva, de 18 anos, em um bloco carnavalesco na Avenida Manoel Gonçalves da Luz, no bairro da Mustardinha, Zona Oeste do Recife, no último sábado (31), foi encaminhada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) nesta terça-feira, 3 de fevereiro. (veja vídeo abaixo)
Na saída do DHPP, quando perguntada pela imprensa o que ela teria a dizer, Kallyne alegou "legítima defesa". Após o ataque, Maria não resistiu aos ferimentos e morreu depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) dos Torrões.
A criminosa tentou fugir mas foi localizada e presa no HR. A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) vai investigar o caso.
Áudio de Kallyne
Viralizou nas redes sociais um áudio da suspeita de matar uma jovem de 18 anos no bloco de Carnaval que acontecia na Mustardinha, Zona Oeste do Recife.
No registro, a mulher confessa que agrediu a atual namorada do seu ex-companheiro a facadas. O caso ocorreu no sábado, 31 janeiro.
Áudio do namorado da vítima
Áudio revela momento em que companheiro entra em desespero ao saber do falecimento da sua namorada, que foi agredida a facadas pela ex dele durante um bloco de Carnaval no Recife, no sábado, 31 de janeiro.
A corretora de imóveis Daiane Alves Souza, assassinada em Caldas Novas, no sul de Goiás, havia acionado a Justiça contra Maicon Douglas de Oliveira, filho do síndico Cléber Rosa de Oliveira, meses antes de ser morta. Maicon foi preso na quarta-feira, 28 de janeiro, suspeito de participação no homicídio, e o envolvimento dele no crime segue sendo investigado pela Polícia Civil.
A ação judicial foi protocolada em 30 de abril do ano passado no 2º Juizado Especial Cível de Caldas Novas. No processo, Daiane solicitou indenização por danos morais no valor de R$ 30.360, alegando que vinha sendo alvo de ofensas atribuídas a Maicon em redes sociais, o que teria atingido sua honra e imagem.
De acordo com a petição, a corretora afirmou que sofria ataques recorrentes por meio das plataformas digitais do promovido. Como parte das provas anexadas ao processo, foram incluídos vídeos e capturas de tela de mensagens trocadas via WhatsApp, que, segundo Daiane, demonstrariam as agressões virtuais sofridas.
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