Morre menina de 6 anos baleada na cabeça. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Emilly Vitória Guimarães, de 6 anos, teve a morte encefálica confirmada na manhã desta sexta-feira, 25 de julho. A criança foi atingida por uma bala perdida na cabeça no último domingo (20), durante uma festa infantil no bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.
A menina estava internada em estado grave no Hospital da Restauração (HR), região central do Recife.
“O Hospital da Restauração (HR) confirma que a paciente de seis anos, internada na instituição desde o último domingo (20/07), evoluiu para morte encefálica”, informou o hospital em nota.
O disparo aconteceu dentro da residência de uma coleguinha da vítima, que também foi atingida e ferida. O autor dos tiros foi preso em flagrante e está detido no Centro de Observação Criminológica Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, também na Região Metropolitana.
As investigações sobre o caso seguem sob responsabilidade da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE).
Segundo familiares de uma das vítimas, o crime teria sido cometido por um homem de 49 anos, que invadiu a festa e efetuou disparos contra um alvo específico, que conseguiu fugir. Os tiros, no entanto, atingiram três pessoas que não tinham relação com o conflito: uma criança de seis anos, baleada na cabeça; a aniversariante, ferida de raspão (idade não divulgada); e um jovem de 19 anos.
Emily, ferida gravemente, foi levada ao Hospital da Restauração (HR), no Recife, onde esteve internada.
As demais vítimas foram socorridas para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da região e não correm risco de morte, segundo relatos de parentes.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) informou, por meio de nota, que o suspeito foi preso em flagrante e autuado por tentativa de homicídio, pela Força-Tarefa de Homicídios da Metropolitana Sul. Ele foi encaminhado à delegacia, onde passou pelos procedimentos legais e ficou à disposição da Justiça.
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A investigação identificou um esquema que utilizava pessoas para realizar provas no lugar dos candidatos inscritos. O grupo atuava por meio da contratação de indivíduos conhecidos como "pilotos".
O homem, portando um galão de gasolina, subiu até o 5° andar do prédio, nível do imóvel onde fica o apartamento da vítima, que possui medida protetiva contra o suspeito.
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