Trem do metrô do Recife pegando fogo. Foto: @igoravozdopovo/Reprodução/Redes Sociais. Arte: Portal de Prefeitura
Após uma semana de paralisação, o ramal Camaragibe do Metrô do Recife voltou a funcionar normalmente na manhã deste sábado, 1º de novembro. O anúncio foi feito pela Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU) nas redes sociais.
“A CBTU Recife informa que a operação no ramal Camaragibe foi normalizada às 5h deste sábado (1º). Todas as estações encontram-se abertas”, informou a companhia em nota.
O serviço havia sido interrompido após o incêndio em um trem da Linha Centro, ocorrido no último sábado (25), entre as estações Curado e Alto do Céu.
Durante o incidente, os passageiros precisaram evacuar o trem às pressas, abandonando alguns pertences que foram consumidos pelas chamas. Um vagão ficou completamente destruído, e outros dois chegaram a ser parcialmente danificados.
O Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro-PE) aprovou, em Assembleia Geral Extraordinária realizada na última quinta-feira, 30 de outubro, a deflagração de greve por tempo indeterminado. A paralisação terá início à meia-noite da próxima segunda-feira, 3 de outubro, afetando toda a operação do Metrô do Recife.
A decisão ocorre após meses de tentativas frustradas de diálogo com o Governo Federal e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), responsável pelo sistema. Os metroviários reivindicam a liberação imediata de recursos para manutenção, modernização da frota e melhoria das condições de trabalho, demandas consideradas urgentes diante da situação precária de composições e estações.
O Metrô do Recife transporta cerca de 170 mil passageiros diariamente, mas enfrenta falhas constantes, atrasos e risco crescente à segurança de trabalhadores e usuários.
Para Thiago Mendes, vice-presidente do Sindmetro-PE, o sucateamento do metrô é uma decisão política pensada para convencer a população de que a privatização seria a melhor saída.
“A gente avalia que, se não tivéssemos mobilizado a categoria e os movimentos para fazer essa assembleia — que, na verdade, virou um ato —, a governadora Raquel Lyra correria solta para tentar dar uma solução e uma saída política que, na nossa avaliação, não é a melhor para a crise instalada aqui em Pernambuco”, afirma.
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Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
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