Segundo o boletim de ocorrência, a aluna foi espancada por quatro meninos e uma menina. O atestado de óbito aponta como causa da morte um traumatismo cranioencefálico.
Momento em que menina retorna do banheiro agredida. Foto: Reprodução/TV Globo
Uma câmera de segurança da Escola Municipal Tia Zita, em Belém do São Francisco, no Sertão de Pernambuco, registrou os momentos que antecederam e sucederam a agressão sofrida por Alícia Valentina, de 11 anos, dentro do banheiro da instituição. De acordo com uma testemunha, as agressões teriam começado após a menina se recusar a “ficar” com um dos garotos envolvidos. (veja vídeo abaixo)
As imagens mostram Alícia, vestida de blusa branca e calça jeans, caminhando em direção ao banheiro. Em seguida, um grupo de estudantes aparece empurrando a menina para dentro do local. Depois, a vítima é vista saindo do banheiro com a mão no rosto e conversando com uma funcionária da escola. O vídeo foi borrado para preservar a identidade dos menores, em cumprimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Segundo o boletim de ocorrência, a aluna foi espancada por quatro meninos e uma menina. O atestado de óbito aponta como causa da morte um traumatismo cranioencefálico causado por instrumento contundente.
Alícia chegou a ser atendida em três unidades de saúde do interior antes de ser transferida para o Hospital da Restauração, no Recife, onde teve a morte encefálica confirmada.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito para acompanhar as investigações da morte de Alícia Valentina, de 11 anos.
O boletim de ocorrência cita que Alícia "foi interceptada pelos agressores, que começaram a lhe agredir", próximo ou dentro do banheiro da unidade. A situação foi relatada outro aluno da escola. Pelo caso se tratar de menores de idade, os nomes não foram divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
De acordo com os familiares de Alícia, após a violência e, ao cair, batendo a cabeça, funcionários da escola a levaram para o hospital por ela apresentar sangramento no nariz, mas depois de ser atendida, foi liberada. Em casa, voltou a ter sintomas, como sangramento no ouvido, fazendo a família a levar a um posto de saúde, onde foi atendida e mais uma vez liberada.
Ao voltar para casa, Alícia vomitou sangue e retornou ao hospital da cidade e foi transferida para o Hospital de Salgueiro. Um dia após ser internada, a criança foi encaminhada para o HR. A certidão de óbito aponta morte por "traumatismo cranioencefálico produzido por instrumento contundente".
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