Allani Rayane Santos, jovem que foi morta em Caruaru. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O homem apontado como responsável pela morte de Allani Rayane Santos, de 24 anos, declarou à Polícia Civil (PCPE) que agiu a mando da mãe da jovem. O crime ocorreu nesta segunda-feira, 18 de novembro, no Residencial Neusa Garcia, em Caruaru, no Agreste pernambucano.
Segundo o delegado Eric Costa, que conduz as investigações, o suspeito afirmou manter um relacionamento com a mãe de Allani e disse que ela teria solicitado o assassinato da filha para ter acesso a uma herança deixada pelo avô da vítima. O patrimônio incluiria imóveis e uma quantia em dinheiro que estavam em disputa.
“Allani havia herdado bens do avô materno, e esses imóveis pertenciam tanto à vítima quanto à mãe. Havia um conflito envolvendo esse patrimônio”, explicou o delegado em entrevista ao Diario de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Civil, Allani foi mantida amarrada a uma cadeira dentro de um dos cômodos da residência. Durante o período em que ficou sob tortura, o suspeito teria obrigado a jovem a realizar transferências bancárias para a companheira dele, a mãe da vítima. Após se recusar a enviar o dinheiro, a jovem foi brutalmente agredida e esfaqueada. Ela apresentava, segundo o delegado, sinais de extrema violência, incluindo afundamento no globo ocular.
O suspeito contou ter usado uma inchadinha de jardim e uma faca para cometer o crime. Os instrumentos ainda estão sendo procurados pelos investigadores.
Com base nos depoimentos reunidos, a Polícia Civil está formalizando o auto de prisão em flagrante contra o homem e contra a mãe de Allani.
A Polícia Militar isolou o imóvel para o trabalho de perícia do Instituto de Criminalística (IC). Após a conclusão da análise, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML).
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Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
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