O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apura a hipótese de envenenamento proposital que vitimou a mãe, de 52 anos, e a filha da mulher, de 22.
Mãe e filha que morrerem ao ingerirem bolo envenado. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) está investigando um duplo homicídio por envenenamento que vitimou uma mulher de 52 anos e sua filha, de 22, na região do Ipiranga, zona sul da capital. O caso ocorreu em junho deste ano, após as duas consumirem um bolo durante uma confraternização familiar.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), uma das vítimas chegou a ser socorrida, mas morreu ainda no local. A segunda mulher foi hospitalizada e permaneceu internada por mais de um mês, vindo a falecer no dia 29 de julho.
Exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) foram solicitados para identificar a causa exata das mortes, inicialmente registradas como morte suspeita no 16º Distrito Policial, em Vila Clementino.
O caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura a hipótese de envenenamento proposital. Na última quarta-feira, 8 de outubro, agentes da unidade cumpriram mandados de busca e apreensão relacionados ao crime.
A SSP confirmou que parentes das vítimas estão entre os suspeitos, mas não divulgou detalhes sobre as identidades nem sobre o possível motivo do crime. As diligências continuam em andamento.
Ana Paula Veloso, envolvida na morte de um idoso, envenenado com uma feijoada misturada a chumbinho, confessou à polícia que, antes de assassinar o homem, “testou” o efeito do veneno em dez cachorros. Segundo as investigações, a mulher foi contratada pela filha de Neil Corrêa da Silva, de 65 anos, para cometer o crime.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Halisson Ideiao, a substância utilizada foi o agrotóxico terbufós, muito semelhante ao chumbinho. Durante as investigações, o material foi encontrado na casa da suspeita, em Guarulhos (SP).
“Ela confessa que chegou a matar dez cachorros com esse veneno, testando o método e o tempo. Ela sabia exatamente a dosagem, quanto tempo levaria e o que aconteceria com as pessoas que consumissem aquilo que era oferecido por ela”, declarou o delegado.
O delegado classificou Ana Paula como “psicopata” e afirmou que ela já estava sendo investigada por outros possíveis crimes de envenenamento.
“Ana Paula matou quatro pessoas envenenadas, entre elas Neil, a mando de Michele”, afirmou Halisson.
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