Andre Valadao e Cunhado de Vorcaro Foto: Reprodução/RedeSocial
A Igreja Batista da Lagoinha afirmou, por meio de nota oficial, que afastou o pastor Fabiano Zettel, cunhado do empresário Daniel Vorcaro, das atividades pastorais ainda em novembro de 2025, após o surgimento das primeiras informações públicas relacionadas às investigações envolvendo o Banco Master.
Segundo a instituição religiosa, Zettel atuava como pastor voluntário e exercia atividades apenas na unidade Lagoinha Belvedere, localizada em Belo Horizonte (MG). A igreja destacou que, desde o afastamento, ele não exerce qualquer função pastoral ou institucional dentro da denominação.
Na nota enviada à imprensa, a Lagoinha também negou qualquer vínculo institucional com os fatos investigados no caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. A igreja afirmou que não existe investigação ou acusação formal contra a instituição relacionada ao episódio.
“A Igreja Batista da Lagoinha permanece à disposição das autoridades competentes para qualquer esclarecimento que se faça necessário”, informou o comunicado.
A instituição também contestou reportagens que sugerem uma ligação entre membros da igreja e os desdobramentos das investigações. Segundo a nota, eventuais relações entre pessoas citadas no caso seriam de natureza pessoal, sem relação com a atuação institucional da igreja.
Fabiano Zettel foi preso pela primeira vez em 2025 e voltou a ser detido recentemente após novas apurações indicarem que ele poderia integrar um grupo ligado a Daniel Vorcaro. As investigações apontam suspeitas de atuação contra adversários do empresário.
A Lagoinha destacou que Zettel ingressou como pastor voluntário há menos de dois anos e que sua atuação foi restrita à unidade de Belvedere, sem participação em outras atividades institucionais da denominação.
A nota da igreja também respondeu a acusações envolvendo uma viagem realizada em aeronave pertencente a Vorcaro. De acordo com a instituição, a viagem não teve caráter institucional e não representava agenda oficial da igreja.
O comunicado também afirma que nem o pastor Guilherme Batista nem o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), são membros da Igreja Lagoinha.
A instituição afirmou ainda que reportagens que relacionam a igreja ao caso foram consideradas caluniosas, motivo pelo qual medidas judiciais estão sendo avaliadas para contestar as informações divulgadas.
Na parte final da nota, a Igreja Batista da Lagoinha afirmou lamentar ser associada a condutas individuais ou relações pessoais que, segundo a instituição, não representam sua atuação institucional.
A igreja destacou que atua há décadas de forma pública e transparente e reforçou que não há elementos apresentados pelas autoridades que indiquem envolvimento da instituição nas investigações do Banco Master.
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