Na época, a força-tarefa da Operação Compliance Zero já estava com o aparelho há dois meses.
O procurador-geral foi citado em conversas encontradas pela PF no celular do banqueiro, que está preso e teve seu aparelho apreendido.
Ao determinar a investigação, o ministro disse que a apuração deverá envolver somente a suposta relação entre o Master e as concessionárias.
A medida foi tomada após determinação do presidente do STF, ministro Edson Fachin, e pedido pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
O presidente da Corte, Edson Fachin, já havia solicitado a disponibilização integral das mensagens do banqueiro à Alexandre de Moraes.
Segundo a corporação, o senador pediu R$ 131 milhões ao banqueiro para a produção do filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos.
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