Pernambuco, 17 de Fevereiro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Vídeo: Joel da Harpa e Polícia Militar impedem tentativa de feminicídio no Carnaval de Bezerros

Imagens divulgadas nas redes sociais do deputado estadual mostram a vítima em desespero e o agressor, ainda detido, mantendo postura agressiva.

Fernanda Diniz

17 de fevereiro de 2026 às 17:14   - Atualizado às 17:14

Joel da Harpa e Polícia Militar impedem tentativa de feminicídio.

Joel da Harpa e Polícia Militar impedem tentativa de feminicídio. Foto: Reprodução

Durante o Carnaval de Bezerros, o deputado estadual Joel da Harpa (PL), que acompanhava seu gabinete móvel pelos principais polos de folia, ajudou a impedir uma tentativa de feminicídio. (Veja vídeo abaixo)

Ao acompanhar equipes da Polícia Militar de Pernambuco, o parlamentar flagrou a ação do agressor e contribuiu para que ele fosse detido rapidamente, garantindo a segurança da vítima. Testemunhas relataram momentos de tensão durante a ocorrência, mas destacaram a rapidez da atuação policial.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a vítima em desespero e o agressor, ainda detido, mantendo postura agressiva. Joel da Harpa permaneceu acompanhando todo o processo e reafirmou seu compromisso com a defesa da vida e o combate à violência contra a mulher.

Vídeo:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Morte de professora é investigada como feminicídio 

A Polícia Civil de Rondônia investiga como feminicídio o assassinato da professora de Direito Juliana Santiago, morta a facadas na noite de sexta-feira (6).

Veja Também

O crime ocorreu dentro das dependências de uma faculdade particular em Porto Velho e teve como autor confesso o aluno João Junior, que foi preso em flagrante no local.

De acordo com informações divulgadas pelo g1, o suspeito utilizou uma faca que havia sido entregue a ele pela própria vítima no dia anterior, junto com um doce de amendoim, para cometer o ataque.

Detalhes do crime e alegação de relacionamento

Segundo o boletim de ocorrência, o agressor relatou à polícia que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima. Ele alegou estar "emocionalmente abalado" após um suposto afastamento da professora e a descoberta de que ela teria retomado contato com um ex-companheiro.

Essa versão de vínculo afetivo, no entanto, está sob investigação da Delegacia de Homicídios, que analisa se a motivação real envolve um sentimento de posse ou obsessão.

Na noite do crime, ele esperou que a professora estivesse sozinha em uma sala de aula para confrontá-la. Durante a discussão, o aluno afirmou ter sido "tomado por intensa raiva" e atacou a docente com diversos golpes.

Intervenção e socorro

A violência do ataque foi percebida por um aluno de uma sala vizinha, que é policial militar.

Ao ouvir gritos e o som de móveis sendo quebrados, o militar foi até o local e avistou a professora ferida. Ele perseguiu o suspeito, que tentava fugir do campus, e conseguiu imobilizá-lo até a chegada das guarnições da Polícia Militar.

Juliana Santiago sofreu perfurações na região do tórax, incluindo ferimentos nos seios, e uma laceração no braço direito — sinal característico de tentativa de defesa.

Imagens registradas por estudantes mostram a professora ainda com vida logo após o ataque, cercada por alunos que tentavam prestar socorro. Ela foi encaminhada ao pronto-socorro do Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de dar entrada na unidade.

Aumento de feminicídios no Brasil

O caso de Juliana Santiago reflete uma estatística alarmante no país. Segundo dados recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Brasil registrou um recorde histórico em 2025, com 1.518 vítimas de feminicídio, uma média de quatro mulheres mortas por dia apenas pelo fato de serem mulheres.

Estatísticas apontam que em cerca de 80% dos casos, o autor do crime é um parceiro ou ex-parceiro íntimo, e a principal motivação registrada pelas autoridades é a não aceitação do término do relacionamento ou o ciúme excessivo. Em Rondônia, a taxa de feminicídios permanece como uma das mais altas do país proporcionalmente à população, reforçando o cenário de vulnerabilidade feminina em ambientes que deveriam ser seguros, como o acadêmico.

Próximos passos da investigação

A faculdade suspendeu as atividades acadêmicas em luto pela professora.

A Polícia Civil informou que os celulares da vítima e do agressor foram apreendidos para perícia técnica, buscando confirmar o histórico de interações entre ambos.

Testemunhas e colegas de trabalho também serão ouvidos nos próximos dias. Até o fechamento desta reportagem, a defesa de João Junior optou por não se pronunciar.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

19:03, 17 Fev

Imagem Clima

28

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Justiça de Goiás tornou ré Karem Murielly de Jesus Oliveira, de 34 anos, acusada de matar a própria mãe.
Justiça

Mulher é denunciada por matar a própria mãe após discussão sobre corte de cabelo

Crime foi classificado como feminicídio e teria ocorrido após discussão familiar; vítima já havia solicitado medida protetiva contra a filha.

Momento em que suspeitos são colocados na viatura.
Agressões

Mãe e padrasto são presos após chutar e morder bebê de 1 ano que "não parava de chorar"

O bebê deu entrada em uma UPA com várias lesões como: hematoma na região ocular, fratura no fêmur esquerdo, ferimento na testa e outras lesões.

Deputado Gilberto Nascimento é novo presidente da Bancada Evangélica.
Apresentação

Frente Parlamentar Evangélica acusa desfile pró-Lula de ataque à fé cristã no Carnaval do Rio

Deputado Gilberto Nascimento afirma que apresentação da Acadêmicos de Niterói promoveu "deboche criminoso" contra evangélicos e critica uso de recursos públicos.

mais notícias

+

Newsletter