Mulher que morreu após ser jogada do 10º andar e suspeito do crime. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Maria Katyane Gomes da Silva, de 25 anos, morreu após cair do 10º andar do prédio onde morava no Morumbi, zona sul de São Paulo, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
Segundo a pasta, o crime ocorreu no dia 29 de novembro. A jovem foi encontrada sem vida após a queda. O homem de 40 anos, apontado como companheiro dela e identificado como Alex Leandro Bispo dos Santos, foi preso na terça-feira, 9 de dezembro, por suspeita de ter sido o responsável pela morte da jovem. A defesa não foi localizada.
Maria Katyane era natural de Crateús, no interior do Ceará, mas morava na capital paulista. Ela tinha uma filha, que mora em Crateús e estuda na Escola Sônia Burgos. Nas redes sociais, a instituição lamentou a morte e se solidarizou com família e amigos.
A jovem era ativa em seu perfil no Instagram, o qual usava para publicar fotos de viagens e vídeos bem-humorados sobre cabelo, maquiagem e rotina de exercícios.
A tia de Maria Katyane compartilhou uma foto da vítima no Instagram com um pedido por Justiça.
"Ela não pode mais falar pois sua voz foi calada por um cara que a dizia amar, onde tudo não passava de um sentimento de posse, um sentimento doentio", disse.
"Hoje, como tia, eu estou com meu coração apertado, com um sentimento de indignação, assim como sua mãe e toda nossa família, pedimos justiça por Katyane Gomes", acrescentou.
Segundo a SSP, inicialmente, o caso foi tratado como homicídio, mas não há detalhes sobre suspeitos da época. Depois, no decorrer da investigação, o suspeito foi preso e caso registrado como feminicídio consumado. O crime é investigado pelo 89º Distrito Policial, do Jardim Taboão, que requisitou exames periciais e realiza outras diligências.
Estadão Conteúdo
A policial militar Larissa Gomes da Silva, de 26 anos, morreu após uma troca de tiros com o companheiro, o também soldado Joaquim Filho, na tarde da última quarta-feira, 3 de dezembro, no município do Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. O confronto ocorreu durante uma discussão dentro do carro, logo depois que Joaquim buscou a agente ao término do expediente.
Informações levantadas pela TV Verdes Mares indicam que o desentendimento evoluiu para uma sequência de disparos na Avenida Cícero Sá, quando ambos utilizaram as armas pertencentes à corporação. Larissa foi atingida no abdômen e no tórax, enquanto Joaquim sofreu um ferimento na perna.
Os dois foram socorridos e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Eusébio. Na chegada, a morte de Larissa foi confirmada pela equipe médica. Joaquim, que não estava trabalhando no momento do fato, foi posteriormente transferido para o Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza.
A Polícia Militar informou que o soldado permanece hospitalizado sob escolta, apresentando quadro de saúde estável. As duas armas utilizadas no episódio foram recolhidas pela corporação para investigação.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
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