O pai da vítima compartilhou uma publicação no Instagram e afirmou que a morte dela "é a maior dor do mundo".
06 de janeiro de 2026 às 12:02 - Atualizado às 12:04
Major Neyfson Borges e sua filha. Foto: Divulgação
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) do Rio de Janeiro investiga a morte de Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 22 anos, filha do major da Polícia Militar Neyfson Borges. Ela foi levada no domingo, 4 de janeiro, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Novo, em Realengo, na zona oeste, e não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Militar diz que uma equipe do 14º BPM (Bangu) foi acionada para a UPA e encontrou a vítima já sem vida na unidade de saúde. De acordo com a PM, Naysa apresentava múltiplas lesões de violência por espancamento.
A Polícia Civil diz que o caso é investigado pela DHC e que agentes "buscam por testemunhas e realizam outras diligências para esclarecer os fatos".
O pai de Naysa compartilhou uma publicação no Instagram e afirmou que a morte da filha "é a maior dor do mundo".
"Hoje o céu ganhou mais uma estrelinha. A mais BRANCA de todas. Feita com um pedaço arrancando inesperadamente do meu coração. Deus levou para Ele MINHA ETERNA BRANQUINHA. Seu pai te ama e te amará de todo o meu coração. Por todo o sempre", publicou.
"Vamos nos encontrar em breve. Prepare o céu para mim. Me ampare quando for minha hora. Você foi minha felicidade por esses poucos mais de 22 anos. Obrigado por dar luz a minha vida. Só preciso ficar aqui mais um pouquinho para cuidar dos seus irmãos Olhe por eles também aí de cima. É a maior dor do mundo", escreveu ele.
Estadão Conteúdo
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A medida ocorreu após a deflagração da Operação Crivo, conduzida pela Polícia Civil. A saída foi confirmada nesta quinta-feira, 26 de março, por meio de nota oficial da Secretaria Estadual de Saúde.
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