Felca e Hytalo Santos. Foto: Reprodução
O influenciador digital Felca, que soma cerca de 13 milhões de seguidores entre YouTube e Instagram, publicou um vídeo com duras críticas e acusações contra o youtuber Hytalo Santos. Na gravação, ele afirma que Hytalo sexualiza crianças e adolescentes e que parte do conteúdo produzido teria como público homens com interesse sexual em menores de idade.
No material, Felca discute o conceito de adultização de crianças e adolescentes, termo usado para descrever situações em que jovens passam a adotar comportamentos e participar de contextos típicos do universo adulto. Ele afirmou que, no caso de Hytalo, essa prática é feita de maneira deliberada, com foco em gerar engajamento e retorno financeiro.
Felca classificou o conteúdo do youtuber como “nefasto” e um “circo macabro”. Ele disse que Hytalo teria criado um ambiente semelhante a um reality show, reunindo adolescentes e até crianças em contextos inapropriados para a idade.
Segundo o influenciador, esses materiais incluem situações com bebidas alcoólicas e interações físicas de caráter íntimo entre menores. Ele mostrou, no vídeo, exemplos de postagens atribuídas a Hytalo, nas quais o ambiente e as ações dos participantes, segundo Felca, extrapolam os limites do entretenimento adequado para esse público.
“Uma das paradas mais cabulosas que envolvem crianças em conteúdos nefastos é o caso do Hytalo Santos com a Kamylinha. Olha que ideia super interessante o Hytalo teve: que tal pegar um monte de criança e adolescente no auge da puberdade e botar todo mundo numa espécie de reality show com bagunça e putaria, jogar pro Brasil inteiro e tirar uma grana? Mas que nível de insanidade a pessoa tem que ter pra fazer isso?”, começou.
Além das críticas ao formato e ao teor das postagens, Felca destacou o tipo de público que, segundo ele, consome esse material. O influenciador alertou para a presença de homens adultos entre os seguidores e disse que parte desse grupo não assiste aos vídeos pelo aspecto “divertido” ou pelas dinâmicas da casa, mas sim pela exposição sexualizada dos menores de idade.
Ele afirmou que esse tipo de abordagem cria um cenário perigoso, pois estimula comportamentos inadequados e aumenta a visibilidade de jovens em contextos que podem atrair indivíduos com intenções criminosas.
“É um clima adulto que contrasta com o fato deles todos serem crianças. Dá um desconforto ruim. Mas a parada piora, e piora muito”, comentou o influencer. “Ele trazia pessoas da cidade dela, separava dos pais pra ficar no circo macabro do Hytalo. O que faz o caso do Hytalo ser tão delicado é o que ele fez com a Kamylinha. Ela entrou no círculo do Hytalo quando ela tinha 12 anos (…) e aos poucos ele foi percebendo que quanto mais era mostrado da Kamylinha, em todos os sentidos, mais retornava em números”, acusou Felca.
Felca também apontou que a exposição excessiva de adolescentes nos conteúdos teria relação direta com o crescimento de audiência. De acordo com ele, Hytalo Santos usaria a imagem de jovens para impulsionar visualizações e interações, aproveitando-se da curiosidade e do apelo que essas situações provocam no público.
Segundo o influenciador, a escolha de inserir menores em contextos com conotação adulta, especialmente em ambientes com álcool e proximidade física, reforça a percepção de que o objetivo seria manter o engajamento a qualquer custo.
"A problemática disso é que, dentro do público do Hytalo Santos (…) existem também homens adultos, e eles não assistem pelas dinâmicas divertidas da casa”, afirmou Felca“Esse comportamento é incentivado e exposto. Ambiente cheio de álcool, ela rebolando no colo de outro menor de idade. Uma menor de idade sexualizada (…) Enquanto tem número, tá tudo bem. Mais público de homens pedófilos sendo atraído por esse material”, encerrou Felca.
Após a publicação do vídeo, as acusações ganharam destaque nas redes sociais, gerando discussões sobre os limites do conteúdo produzido para internet e a responsabilidade de criadores que envolvem menores em suas postagens. Seguidores de Felca manifestaram apoio às críticas e cobraram esclarecimentos sobre as denúncias feitas.
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