Penitenciária no interior de São Paulo em que detentos atearam fogo em colchões. Foto: Reprodução
Presos da Penitenciária 3 (P3) do Complexo Hortolândia-Campinas, no interior de São Paulo, atearam fogo em colchões e danificaram portas da penitenciária na manhã desta segunda-feira, 24 de novembro, em um princípio de rebelião. (veja vídeo abaixo)
O ato foi contido por policiais penais. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), não houve registro de feridos ou reféns. Segundo a pasta, o princípio de rebelião ocorreu após a apreensão, no dia anterior, de bebida alcoólica artesanal.
De acordo com a SAP, a Polícia Penal opera dentro dos padrões de segurança e disciplina. O ato coletivo de indisciplina em um dos pavilhões foi controlado com o apoio da Célula de Intervenção Rápida (CIR).
"Os presos danificaram portas automatizadas de celas e atearam fogo em colchões e outros objetos, após Policiais Penais apreenderem, no dia anterior, bebida alcoólica artesanal. Os custodiados estão contidos pela CIR. Os envolvidos serão transferidos para outros presídios paulistas", diz a secretaria em nota.
Estadão Conteúdo
A mão de obra de detentos está sendo usada no trabalho de reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu, a cidade paranaense destruída por um tornado no dia 7 de novembro.
O fenômeno, com ventos de até 330 km/h, destruiu 90% das construções e deixou um saldo de 6 mortos e 750 feridos. Os encarcerados vão trabalhar na reconstrução das escolas, creches e outras estruturas de ensino atingidas pelo tornado.
Nesta segunda-feira, 10, um grupo de 14 detentos de unidades prisionais de Guarapuava já atuava na remoção de detritos e limpeza das unidades.
Outros 16 presos da regional de Cascavel se juntam ao grupo na terça-feira, 11. O trabalho de encarcerados faz parte do programa Mãos Amigas e é acompanhado por monitores da Polícia Penal.
O governo do Paraná anunciou também a construção emergencial de 320 casas para famílias de baixa renda que tiveram perda total em seus imóveis. Segundo o governo, as moradias serão entregues gratuitamente às famílias.
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A operação apura a possível participação de integrantes do grupo em crimes de corrupção, extorsão, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Consulta exige uma conta gov.br com nível reforçado de segurança, enquanto o prazo definitivo para solicitar os valores continua correndo.
Ato acontece nesta terça-feira (25), às 19h, na Praça do Campo Santo, e vai instalar 100 cruzes em memória das mulheres vítimas de feminicídio.
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