Tassos Lycurgo e UFRN Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O pastor e professor Tassos Lycurgo afirmou estar sendo alvo de uma campanha organizada dentro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para exigir sua expulsão da instituição. Segundo ele, militantes comunistas ligados a grupos estudantis locais teriam se articulado com um grupo político de alcance nacional após a manifestação de uma opinião considerada divergente.
De acordo com declaração publicada pelo próprio docente em suas redes sociais, notas estariam sendo disseminadas de forma coordenada em grupos de WhatsApp da comunidade acadêmica da UFRN, além de publicações em mídias sociais, com o objetivo de pressionar a universidade a tomar medidas disciplinares contra ele.
“O motivo? Não toleram uma opinião divergente”, escreveu Lycurgo. Para o professor, a mobilização não representa um movimento estudantil legítimo, mas sim um projeto de poder voltado ao silenciamento de posições ideológicas diferentes no ambiente universitário.
Ainda segundo Lycurgo, os grupos envolvidos não buscariam diálogo ou debate acadêmico, mas sim a intervenção política direta na instituição. “Não querem diálogo, querem intervir. Não defendem pluralismo, defendem mobilização permanente”, afirmou.
O docente também criticou o que classificou como uso ideológico da universidade. Em sua avaliação, quando a política assume contornos dogmáticos, o pensamento contrário passa a ser tratado como inaceitável. “Quando a política vira religião, o contraditório vira blasfêmia”, declarou.
Lycurgo defendeu que a universidade deve ser um espaço de confronto de ideias e não de cancelamento. “Universidade saudável não cancela: debate. Não expulsa: confronta ideias. Não fabrica unanimidade: protege a diversidade de pensamento”, afirmou.
Até o momento, não há confirmação oficial de que exista processo administrativo instaurado contra o professor por parte da UFRN. A universidade ainda não se pronunciou publicamente sobre as declarações nem sobre eventuais manifestações de grupos estudantis relacionadas ao caso.
O episódio reacende o debate sobre liberdade de expressão, pluralismo ideológico e os limites da militância política no ambiente universitário, tema que tem gerado discussões recorrentes em instituições de ensino superior em todo o país.
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