Clarissa Tércio em ato com Bolsonaro na Paulista. Foto: Reprodução / Redes sociais
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) marcou presença no domingo, 29 de junho, na manifestação “Justiça Já”, realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ato reuniu milhares de brasileiros. Os manifestantes afirmam que o ato aconteceu em defesa da liberdade, democracia e contra a perseguição política.
A manifestação teve como principal pauta o caso do julgamento do ex-presidente Bolsonaro. Segundo a direita do país, o ex-presidente estaria enfrentamdo processos considerados de natureza política, sem o devido amparo legal e constitucional.
A deputada Clarissa Tércio destacou a mobilização popular e afirmou que, na sua avaliação, o país enfrenta ataques às liberdades individuais e à soberania popular.
“O povo brasileiro já entendeu o que está em jogo. Não é apenas o futuro de Bolsonaro, é o futuro da nossa liberdade, da nossa democracia, da nossa fé. Estamos aqui para dizer: o Brasil não se curvará à tirania”, afirmou a deputada.
Acompanhada da filha mais velha, Clara, a parlamentar ressaltou a luta por um Brasil melhor.
“Quero que minha filha cresça numa nação livre”, ressaltou Clarissa.
A deputada também reforçou seu apoio irrestrito a Jair Bolsonaro, que, segundo ela, continua sendo uma liderança legítima da direita brasileira.
A mobilização contou com a presença de diversas lideranças políticas, representantes da sociedade civil e apoiadores vindos de todas as regiões do país.
Na votação que aconteceu na Câmara dos Deputados, a deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) votou pela derrubada do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Em suas redes sociais, a deputada destacou o feito como uma "vitória" e afirmou que a medida seria uma tentativa do governo federal de "enfiar a mão no bolso do povo".
"Vitória! Votei sim pela derrubada do aumento do IOF imposto pelo governo Lula! Mais uma tentativa de enfiar a mão no bolso do povo foi barrada com o nosso voto firme e responsável. Não aceitaremos mais impostos, mais abusos nem mais ataques ao trabalhador brasileiro!", escreveu Clarissa Tércio.
A parlamentar também afirmou que segue 'lutando pelo Brasil sem mais impostos'.
"Seguimos na luta por um Brasil com menos carga tributária e mais liberdade para quem produz!", concluiu.
Já em outra publicação, Clarissa Tércio direcionou sua fala diretamente ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Na postagem, Clarissa questiona Haddad sobre qual seria o novo imposto apresentado no dia, uma sátira ao fato de o responsável pela pasta ter proposto inúmeros projetos de aumento de impostos desde o início do mandato de Lula.
"@fernandohaddadoficial, bom dia! O povo brasileiro está na expectativa… vai ser imposto novo ou aumento de algum velho? Só não esquece que já estamos no limite! Forte abraço!", escreveu.
O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25 de junho, o projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do novo decreto do governo Lula sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
O texto foi analisado pela Casa Alta do Congresso logo após o texto passar na Câmara, por 383 votos a 98 No Senado, a apreciação do PDL foi marcada pela reação de governistas, que destacaram como a Casa descumpriu acordos firmados sobre o tema.
O texto foi aprovado em votação simbólica, conforme sugestão do presidente Davi Alcolumbre (União-AP). O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), indicou que não pediria o registro nominal e então anunciou-se um acordo para que a votação fosse simbólica, apenas com o registro de votos contrários ao PDL. Com a aprovação, a matéria vai à promulgação
No parecer favorável à derrubada, o senador Izalci Lucas (PL-DF), argumentou que o novo decreto do governo reintroduz medidas que causaram reação no Congresso Nacional, apresentando um "substancial aumento da carga tributária sob o disfarce de ajustes técnicos".
Segundo o parlamentar, o novo decreto do governo Lula traz uma "reedição normativa que aprofunda vícios, reforçando a percepção de improviso".
Izalci Lucas destacou que permanece no texto o aumento do IOF, com o "desvirtuamento" da função extrafiscal do tributo, argumentando que o aumento do IOF "eleva o custo do capital para empresas, especialmente as de menor porte" e que os efeitos da medida ainda recaem sobre o consumo.
Na visão do relator, o Executivo "reiterou práticas incompatíveis com o ordenamento jurídico e o interesse público" ao editar o novo decreto.
Durante a discussão do PDL, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que a Casa descumpriu acordos firmados sobre o IOF.
"A Casa vive de cumprir acordo. Foi feito um acordo que está sendo descumprido. Houve uma mudança de posição", disse
O petista afirmou que o governo ainda não decidiu o que fará sobre a possível derrubada dos decretos e criticou a votação.
"Registro minha insatisfação com a votação tão acelerada dessa matéria. Vou esperar outros falarem para tomar minha decisão", disse.
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