Sósia de Bolsonaro, motorista por aplicativo. Foto: Reprodução
Viralizou nas redes sociais, um motorista por aplicativo imitando Jair Bolsonaro. Com certa semelhança física ao ex-presidente, o homem, que se apresenta como sósia, relata em vídeo o que aconteceria se ele "tivesse um passageiro petista". (veja vídeo abaixo)
O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou de receber o salário que tinha como presidente de honra do Partido Liberal (PL). Até a suspensão, ele recebia R$ 42 mil por mês, conforme anunciou a legenda após a cassação de seus direitos políticos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A medida atende à Lei dos Partidos Políticos e afeta diretamente a remuneração ligada às atividades partidárias.
O corte representa um impacto significativo na renda de Bolsonaro, que somada a outros benefícios e aposentadorias ultrapassava R$ 100 mil mensais. Apesar disso, as duas aposentadorias do ex-mandatário não foram afetadas e continuam sendo pagas normalmente.
Em nota, o PL explicou a decisão: “Infelizmente, por decorrência da lei e em razão da suspensão dos direitos políticos do nosso presidente de honra, Jair Bolsonaro, as respectivas atividades partidárias de nosso líder estarão igualmente suspensas, inclusive a sua remuneração, enquanto perdurarem os efeitos do acórdão condenatório na AP 2668.”
O anúncio do partido coincidiu com o trânsito em julgado do processo conhecido como trama golpista, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes no STF.
A decisão judicial já não permite recursos, e a execução penal começou com a prisão de ex-integrantes da cúpula das Forças Armadas, incluindo Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e o ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, além do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.
Bolsonaro cumpre prisão preventiva na Superintendência da Polícia Federal desde sábado. A medida foi determinada após a PF identificar que ele tentou violar a tornozeleira eletrônica, usada durante a prisão domiciliar que cumpria no Jardim Botânico, em Brasília.
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13:06, 13 Fev
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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