Neste mês, o valor médio pago às famílias é de R$ 679,19. No entanto, o benefício varia de acordo com a composição familiar e os adicionais previstos pelo programa.
27 de julho de 2026 às 14:39 - Atualizado às 17:43
Pessoa segurando cartão do Bolsa Família e benefício. Foto: Reprodução
Os pagamentos do Bolsa Família seguem nesta terça-feira, 28 de julho, para os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 7. O repasse é realizado pela Caixa Econômica Federal e faz parte do calendário regular de julho do programa de transferência de renda do Governo Federal.
Neste mês, o valor médio pago às famílias é de R$ 679,19. No entanto, o benefício varia de acordo com a composição familiar e os adicionais previstos pelo programa.

Todas as famílias contempladas recebem, no mínimo, R$ 600. Além desse valor, o Bolsa Família concede benefícios complementares para grupos específicos.
Entre eles está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que destina seis parcelas de R$ 50 às mães de bebês com até seis meses de idade, com o objetivo de fortalecer a alimentação infantil.
Também há um adicional de R$ 50 para famílias que possuem gestantes ou filhos entre 7 e 18 anos incompletos. Já quem tem crianças de até 6 anos recebe um complemento de R$ 150 por cada integrante nessa faixa etária.
Em julho, moradores de 175 municípios tiveram o benefício liberado antecipadamente, sem seguir o calendário escalonado por final do NIS.
A medida contemplou cidades que decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública nos estados do Amazonas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe.
Nesses locais, os pagamentos foram realizados desde o último dia 20.
O cronograma do Bolsa Família continua sendo executado nos últimos dez dias úteis de cada mês.
Os beneficiários podem verificar a data de pagamento, o valor disponível e a composição do benefício por meio do aplicativo Caixa Tem, utilizado para movimentar a conta poupança social digital da Caixa Econômica Federal.
O programa também mantém a chamada regra de proteção, criada para famílias que aumentaram a renda após conseguirem emprego.
Nesses casos, os beneficiários continuam recebendo 50% do valor do Bolsa Família, desde que a renda por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo.
Para quem ingressou na regra até maio de 2025, o período de permanência é de até dois anos. Já as famílias incluídas a partir de junho do ano passado permanecem no benefício reduzido por até um ano.
Outra mudança mantida no programa é o fim do desconto relacionado ao Seguro Defeso. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família deixaram de ter esse abatimento, conforme previsto na Lei nº 14.601/2023, que reestruturou o programa federal.
O Seguro Defeso é destinado aos pescadores artesanais que ficam impedidos de exercer a atividade durante o período da piracema, quando ocorre a reprodução dos peixes.
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