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Autópsia de Juliana Marins: brasileira morreu 20 minutos após cair de penhasco

Segundo o médico forense Ida Bagus Alit, o exame mostrou que ela sofreu um trauma contundente, com danos principalmente à caixa torácica, e morreu por hemorragia interna.

Gabriel Alves

27 de junho de 2025 às 13:05   - Atualizado às 13:05

Brasileira Juliana Marins.

Brasileira Juliana Marins. Foto: Reprodução/Redes Sociais. Arte: Portal de Prefeitura

Juliana Marins, brasileira que morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia, faleceu cerca de 20 minutos após a queda, segundo o resultado da autópsia divulgado nesta sexta-feira, 27 de junho, pelas autoridades do país.

Segundo o médico forense Ida Bagus Alit, a autópsia mostrou que ela sofreu um trauma contundente, com danos principalmente à caixa torácica, e morreu por hemorragia interna. Não foram encontrados sinais de hipotermia.

"Encontramos arranhões e escoriações, assim como fraturas no tórax, ombro, coluna e perna. Essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento", afirmou o especialista em coletiva de imprensa.

Ele descartou a possibilidade de hipotermia, o que poderia indicar que a demora no resgate foi o que causou a morte. Segundo o médico, não havia sinais típicos de quem passa pela condição de hipotermia, como lesões no dedo causadas pelo frio.

"A principal causa de morte foram ferimentos na caixa torácica e nas costas", disse.

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"Havia um ferimento na cabeça, mas nenhum sinal de hérnia cerebral, que geralmente ocorre várias horas ou até vários dias após o trauma. Além disso, no tórax e no abdômen, houve sangramento significativo, mas nenhum órgão apresentou sinais de retração que indicassem sangramento lento, o que sugere que a morte ocorreu logo após os ferimentos", explicou.

A morte da jovem tem gerado grande comoção nas redes sociais, com brasileiros e até a família de Juliana acusando o governo da Indonésia de negligência.

Por esse motivo, na mesma coletiva de imprensa, o porta-voz da equipe de resgate do país afirmou novamente e deu mais detalhes sobre a dificuldade da operação na região, principalmente pelo clima instável e repleto de nebulosidade no período.

A equipe de resgate afirma que começou a agir logo após o acionamento, mas que a operação demandava calma e planejamento para ser orquestrada, especialmente para não colocar em risco mais pessoas.

Como mostrou o Estadão, especialistas brasileiros confirmam que um resgate em montanha pode, sim, durar dias pela série de obstáculos que podem estar impostos.

Estadão Conteúdo

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