Alimento tão cancerígeno quanto o cigarro. Foto: Freepik
Um estudo recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) reacendeu o alerta para os riscos do consumo de carnes processadas, associando esses alimentos a um aumento significativo no desenvolvimento de câncer. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), braço da OMS, produtos como salsicha, linguiça, bacon, presunto e salame estão classificados no Grupo 1 de substâncias cancerígenas, o mesmo em que se encontra o cigarro.
A classificação indica que há evidências científicas suficientes de que esses alimentos são cancerígenos para humanos. Estudos revisados pela Iarc apontam que o consumo frequente pode aumentar em até 22% o risco de câncer no reto e em 21% o de câncer no cólon. Há também indícios de relação com câncer de pulmão e de mama.
“A recomendação é ingerir pouca ou nenhuma carne processada. O ideal é restringir o consumo ao máximo”, afirmou a nutricionista Inarí Ciccone, mestre em Ciências da Saúde, em entrevista ao portal G1.
Especialistas ressaltam que o câncer é uma doença de origem multifatorial. Apenas 5% a 10% dos casos têm causa hereditária. A maioria está relacionada a fatores ambientais e comportamentais, como tabagismo, sedentarismo, obesidade, consumo excessivo de álcool, exposição solar desprotegida e infecções por vírus e bactérias.
O apresentador e chef Edu Guedes fez uma cirurgia no sábado, 5 de julho, como parte do tratamento de um câncer de pâncreas, em São Paulo.
A informação foi confirmada pelo portal de notícias Gshow, da Globo, com a assessoria do apresentador.
O Estadão entrou em contato neste domingo, 6, com as assessorias de Guedes e de Ana Hickmann, a esposa dele, em busca de atualizações sobre o estado de saúde, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
O chefe de cozinha trabalha na televisão desde 1998, com passagens por programas como Mulheres, Tudo a Ver e Hoje Em Dia. Hoje, ele apresenta o Top Chef, na Band.
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De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
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