Penitenciária Industrial de Blumenau. Foto: Divulgação//SEJURI
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informou que abriu investigação para identificar o responsável pelo vazamento de informações sobre um episódio ocorrido na Penitenciária Industrial de Blumenau, no dia 14 de agosto, envolvendo uma advogada e um detento.
De acordo com boletim de ocorrência, a profissional teria sido flagrada por policiais penais no parlatório, espaço destinado a encontros entre advogados e clientes presos, mostrando as partes íntimas para um interno, que estaria sem camisa e “possivelmente se masturbando”.
A cena, segundo o relato, teria ocorrido sobre uma mesa, enquanto a advogada usava saia e mantinha as pernas abertas diante do vidro de separação.
O caso foi confirmado publicamente em 15 de agosto pela Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri).
A OAB, por sua vez, instaurou um processo disciplinar para apurar a suposta infração ética da profissional, que tramita em sigilo conforme determina a legislação. Paralelamente, o órgão busca esclarecer a origem do vazamento, já que não há confirmação de onde partiram as informações se da penitenciária ou de outro setor.
Em nota, a Ordem destacou “a necessidade de investigação, ante as responsabilidades pelo ato que serão apuradas”, e afirmou que o diretor da unidade prisional será comunicado oficialmente sobre a apuração.
O órgão acrescentou ainda esperar a cooperação de todos no processo.
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