Cidado do Recife no frio. Foto: Reprodução
A cidade do Recife registrou a madrugada mais fria de 2025, com temperatura de 21,1°C, de acordo com dados da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). A medição foi feita na estação localizada no bairro da Várzea, na Zona Oeste da capital, nesta quinta-feira, 3 de julho.
Quem vive na capital pernambucana pode sentir o aumento da sensação de frio nos últimos dias, especialmente com a chegada do inverno. Segundo a Apac, apesar de uma leve elevação nas temperaturas ao longo da semana, o clima ameno deve continuar, sobretudo nas primeiras horas da manhã.
"A sensação de frio pode continuar, pois as madrugadas devem ter muita nebulosidade, o que nos transmite a sensação", afirmou o meteorologista Roberto Pereira, da Apac.
Ainda segundo a agência, é comum que os meses de maio, junho e julho apresentem dias com bastante nebulosidade na Região Metropolitana do Recife. Isso favorece temperaturas mínimas próximas dos 20°C.
O fenômeno ocorre devido à atuação de ventos vindos do sul, provocados por um sistema de alta pressão no Oceano Atlântico Sul, comum nesta época do ano.
A previsão é de que essa sensação de frio se mantenha até meados de agosto. Em comparação com os últimos quatro anos, a menor temperatura registrada no Recife foi em junho de 2024, com 20,2°C.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) atualizou, às 9h30 da quarta-feira, 2 de julho, a tendência de precipitação para o estado de Pernambuco.
As informações se referem ao período entre quinta-feira (3) e segunda-feira (7) de julho, abrangendo todas as regiões: Mata Norte, Região Metropolitana do Recife, Mata Sul, Agreste, Sertão do Estado e Sertão do São Francisco.
Segundo o boletim, a previsão indica continuidade de chuvas principalmente nas regiões litorâneas. A Apac classifica os volumes previstos entre fracos e moderados, com base em modelos meteorológicos atualizados diariamente.
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Fonte: OpenWeather
De acordo com o comunicado, a atuação do Vórtice Ciclônico em Altos Níveis, em associação com a confluência dos ventos em baixos níveis é o responsável pela condição climática.
A atualização reforça a necessidade de atenção da população que vive nessas áreas, especialmente em locais com histórico de alagamentos.
O Inmet orienta que a população evite enfrentar o mau tempo e fique atenta a sinais de risco, como alterações em encostas.
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