Para o órgão, é importante ressaltar que o mesmo período do ano passado também foi apresentado o maior desvio (diferença entre o valor registrado e a média histórica) desde 1961, assim como está sendo em 2024.
Calor no Brasil Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O mês de setembro de 2024 superou o do ano passado como o setembro mais quente desde o início da série histórica medida pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em 1961. Este ano, o mês registrou uma temperatura média de 25,9°C, uma alta de 1,7°C acima da média histórica, que é de 24,2°C.
Com esses dados, setembro deste ano é o mais quente já registrado no Brasil desde 1961, ultrapassando setembro de 2023, até então o mais quente, com 25,8°C, ou 1,6°C acima da média.
Para o órgão, é importante ressaltar que, durante todo o ano de 2023, setembro foi o mês que apresentou maior desvio (diferença entre o valor registrado e a média histórica) desde 1961, assim como está sendo em 2024, porém ainda faltam mais três meses para o final do ano e a expectativa é que 2024 fique entre os cinco anos mais quentes.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê um período de seca intensa e temperaturas elevadas em diversas áreas do Brasil nos próximos três meses.
De acordo com o Boletim Agroclimatológico, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste terão chuva abaixo da média, com calor extremo, o que deve aumentar o risco de queimadas e incêndios florestais.
No Norte, Estados como Amazonas, Pará e Tocantins devem sofrer com a escassez de chuvas. O leste do Amazonas e o sul do Pará, em particular, devem registrar temperaturas acima do normal, agravando as condições de seca e favorecendo incêndios.
A expectativa de retorno das chuvas é mínima antes de novembro, quando os níveis de umidade no solo podem melhorar, mas ainda de forma limitada.
No Nordeste, os Estados do Piauí, Ceará e Bahia são os mais afetados pela previsão de chuvas muito abaixo da média.
O calor intenso deve dominar o cenário, principalmente no Piauí e no oeste da Bahia, onde as altas temperaturas podem ultrapassar os 36ºC.
O litoral de Estados como Alagoas e Sergipe pode ter melhores condições, com níveis de umidade estáveis até outubro, mas a situação também deve se deteriorar em novembro, com a redução das chuvas.
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Fonte: OpenWeather
Segundo o órgão, existe baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Segundo o órgão, existe risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Inmet emite alertas de chuvas para o Agreste e Sertão de Pernambuco, com precipitações de até 100 mm e ventos de 100 km/h.
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