Apac: pessoas na chuva. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu na manhã desta segunda-feira, 1º de setembro, dois alertas de perigo potencial para 40 municípios de Pernambuco. O primeiro alerta prevê chuva forte para cidades da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Sul. O segundo aponta risco de vendaval no Sertão. Ambos são válidos até as 10h desta terça-feira (2).
O alerta de chuva abrange 27 cidades e prevê acumulados entre 20 mm e 30 mm por hora, ou até 50 mm por dia. São elas:
Já no Sertão, o alerta é para rajadas de vento que podem atingir municípios como Afrânio, Araripina, Bodocó, Dormentes, Ipubi, Lagoa Grande, Ouricuri, Parnamirim, Petrolina, Santa Cruz, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista e Trindade.
Além disso, o Inmet mantém aviso de baixa umidade para a região do Sertão e São Francisco pernambucano, com índices variando entre 30% e 20%. O fenômeno representa risco baixo para a saúde e incêndios florestais.
A cidade do Recife registrou a madrugada mais fria de 2025, com temperatura de 21,1°C, de acordo com dados da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). A medição foi feita na estação localizada no bairro da Várzea, na Zona Oeste da capital, nesta quinta-feira, 3 de julho.
Quem vive na capital pernambucana pode sentir o aumento da sensação de frio nos últimos dias, especialmente com a chegada do inverno. Segundo a Apac, apesar de uma leve elevação nas temperaturas ao longo da semana, o clima ameno deve continuar, sobretudo nas primeiras horas da manhã.
"A sensação de frio pode continuar, pois as madrugadas devem ter muita nebulosidade, o que nos transmite a sensação", afirmou o meteorologista Roberto Pereira, da Apac.
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Fonte: OpenWeather
Os dados atualizados abrangem as Matas Norte e Sul, Agreste, Grande Recife, Sertão pernambucano e Sertão São Francisco e seguem até o domingo (8).
O informe da Agência Pernambucana de Águas e Clima foi publicado na manhã desta segunda-feira, 2 de março. O rio apresenta tendência de subida.
As tempestades também provocaram grande número de desalojados e desabrigados. Mais de 500 pessoas ainda dependem de abrigos públicos.
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