Pessoas na chuva. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O monitoramento da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), divulgado na madrugada deste domingo, 7 de junho, indica intensificação da precipitação, com chuvas de intensidade moderada (pontualmente forte), na Região Metropolitana e na Zona da Mata, por isso, está elevando o nível do Aviso de Estado de Observação (amarelo) para Estado de Atenção (laranja) na Região Metropolitana do Recife e na Zona da Mata.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu no sábado (6) um alerta de “perigo potencial” para chuvas em Pernambuco.
Ao todo, 88 municípios do estado, incluindo o Recife e cidades da Região Metropolitana, estão sob aviso de instabilidade climática.
De acordo com o órgão, a previsão indica chuvas com intensidade de 20 a 30 mm por hora ou até 50 mm ao longo do dia, o que caracteriza o chamado alerta de bandeira amarela.
O aviso meteorológico abrange três regiões principais do estado: a Região Metropolitana do Recife, a Zona da Mata e o Agreste pernambucano. Nessas áreas, o risco de transtornos como alagamentos pontuais e pequenos deslizamentos é considerado baixo, mas não descartado.
O INMET reforça que o nível de severidade classificado como “perigo potencial” indica possibilidade de chuvas moderadas, exigindo atenção redobrada da população que vive em áreas de encosta ou pontos vulneráveis.
Entre as recomendações do órgão estão evitar enfrentar o mau tempo, não utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante as tempestades e observar possíveis sinais de instabilidade em encostas e áreas de risco.
Em casos de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
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Fonte: OpenWeather
As precipitações devem atingir principalmente o Litoral, a Zona da Mata e parte do Agreste entre o sábado, 11 de julho e o domingo (12).
Goiana, na Zona da Mata Norte, concentra a situação mais crítica. O município contabiliza 497 pessoas desabrigadas e outras 900 desalojadas.
Os modelos climáticos apontam que, entre os meses de julho e setembro, a Região Sul deverá registrar precipitações acima da média, cenário que pode favorecer a ocorrência de temporais, alagamentos e cheias
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