11 de março de 2024 às 21:08
Um vídeo mostra dois policiais militares do Rio de Janeiro festejando o aniversário de um miliciano que está detido em um hospital na Zona Oeste da cidade.
Na gravação, os agentes aparecem sorrindo dentro do quarto do Hospital Municipal Pedro II, junto com outros pacientes. Eles levaram um bolo, refrigerante e uma vela para o homenageado.
A Polícia Militar afirmou que essa atitude não condiz com o comportamento esperado dos membros da corporação.
Os policiais foram identificados e serão submetidos a um Procedimento Administrativo Disciplinar que pode levar à expulsão deles.
Confira o vídeo:
A Corregedoria da PM do Rio de Janeiro declarou que, assim que soube do vídeo nas redes sociais, abriu um procedimento para investigar o caso, e que os policiais envolvidos foram chamados e depuseram nesta segunda-feira (11), na 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJ).
A Secretaria de Estado de Polícia Militar disse que o comando da corporação não tolera desvios de conduta ou crimes cometidos por seus integrantes, punindo com rigor os envolvidos e reiterou que eles vão responder a um procedimento interno.
A defesa do homem amarrado pelos pés e mãos com corda durante uma abordagem policial protocolou pedido de indenização por danos morais de R$ 1 milhão na Justiça paulista.
A ação pede a condenação do estado de São Paulo pela prática de tortura cometida por policiais militares no exercício da profissão.
“Como um verdadeiro animal, remetendo às imagens degradantes da época da escravatura, o autor foi mantido com seus pés e suas mãos amarrados por mais de três horas, conforme o depoimento da testemunha”, aponta o advogado na ação ajuizada.
As agressões contra Robson Rodrigo Francisco começaram após sua recusa em sentar-se, destacou o advogado José Luiz de Oliveira Júnior.
Imagens das câmeras corporais dos policiais militares e do sistema de segurança de um prédio, revelaram que o então suspeito já estava algemado quando foi amarrado por cordas.
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Ele estava internado no Hospital João XXIII, quando atentou contra a própria vida enquanto estava custodiado pela polícia.
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