Pastor Silas Malafaia Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O pastor Silas Malafaia, alvo de mandado de busca e apreensão na quarta-feira, 20 de agosto, no aeroporto do Galeão ao chegar de Lisboa criticou a medida após prestar depoimento à Polícia Federal (veja o vídeo abaixo).
Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que PF apreendeu, além do aparelho celular e do passaporte, seu caderno no qual anota passagens bíblicas que usa em suas pregações. O pastor está proibido de deixar o País e de manter contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da PET nº 14129, que investiga tentativa de obstrução de Justiça ligada à trama golpista de 2022.
Além da apreensão dos aparelhos, Malafaia foi alvo de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas a proibição de deixar o país e a proibição de manter contato com outros investigados.
O pastor foi abordado por agentes federais ao desembarcar de um voo vindo de Lisboa. Ele foi conduzido para as dependências do aeroporto, onde prestou depoimento à PF.
As medidas foram solicitadas pela Polícia Federal e receberam parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), em manifestação assinada no último dia 15.
No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que a PF reuniu diálogos e publicações nas quais Malafaia “aparece como orientador e auxiliar das ações de coação e obstrução promovidas pelos investigados Eduardo Nantes Bolsonaro e Jair Messias Bolsonaro”.
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O senador terminou o primeiro turno com 2.224.965 votos a mais que o petista, uma diferença de 1,87 ponto percentual. Com o resultado, os dois candidatos avançam para o segundo turno.
Presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, afirmou que fluxo de dados acima do normal provocou atraso de cerca de uma hora.
A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.
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