Venda e consumo de lubrificante íntimo K-MED é proíbido pela ANVISA; saiba motivo Foto: Reprodução
Consumidores de todo o país devem ficar atentos ao adquirir lubrificantes íntimos da marca K-MED. Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 24 de abril, baniu a comercialização e o uso do lote 2425576.
A medida foi tomada após a confirmação de que unidades piratas dos produtos K-MED Hot e K-MED 2 em 1 estão sendo distribuídas ilegalmente, apresentando riscos diretos à segurança dos usuários.
Diferente da versão original produzida pela Cimed Indústria S.A., o material falsificado apresenta sinais visíveis de adulteração que podem ser checados pelo comprador.
O principal detalhe está na identificação do lote: nos produtos autênticos, o número é precedido pela letra "L", marca que está ausente nas unidades clandestinas.
Além disso, a fiscalização encontrou erros de digitação nas informações da embalagem, fontes de texto diferentes do padrão e tampas fora do formato habitual. No aspecto sensorial, o produto falso exala um forte odor de frutas, enquanto o gel legítimo é totalmente inodoro.
Como são aplicados em áreas sensíveis do corpo, qualquer alteração nos componentes pode causar reações alérgicas, queimaduras químicas e irritações na mucosa.
Sem a garantia de esterilidade e procedência da matéria-prima, o uso desses lubrificantes também aumenta a vulnerabilidade a infecções. Por serem considerados dispositivos médicos, qualquer desvio de qualidade é tratado como uma ameaça à saúde pública.
A agência ressalta que, caso o consumidor já tenha utilizado o produto e apresente sintomas anormais, deve buscar atendimento médico e reportar o caso às autoridades sanitárias locais.
A fabricante oficial colaborou com as investigações ao reportar as discrepâncias técnicas e reforça que os canais de atendimento da empresa estão disponíveis para validar a procedência de outras unidades em circulação.
1
2
3
4
14:19, 24 Abr
29
°c
Fonte: OpenWeather
O novo prazo também valerá para as justificativas de ausência no exame realizado no ano passado.
O presidente chegou ao hospital por volta das 7h da manhã e a mini-cirurgia estava programada, não foi emergencial.
A decisão atende a uma solicitação da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), que busca reforçar o quadro de servidores do sistema penitenciário federal.
mais notícias
+