Juliana Marins. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
A cerimônia de despedida de Juliana Marins, brasileira que morreu no final de junho durante uma trilha no vulcão Monte Rinjani, na Indonésia, será realizada nesta sexta-feira, 4 de junho, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, no Rio de Janeiro. A cidade é a terra natal da publicitária, que tinha 26 anos e estava em viagem pelo Sudeste Asiático.
A cerimônia foi dividida em dois momentos. O primeiro será aberto ao público, das 10h às 12h, para que amigos, conhecidos e admiradores possam prestar homenagens. Em seguida, das 12h30 às 15h, familiares e amigos mais próximos participarão de uma cerimônia restrita. A família decidiu manter parte do velório em caráter íntimo devido ao impacto emocional causado pelas circunstâncias da morte.
Juliana estava em uma expedição de trilha no Monte Rinjani quando sofreu um acidente fatal. Segundo autoridades indonésias, o corpo foi encontrado em uma área de difícil acesso. A primeira autópsia, realizada em um hospital da ilha de Bali, apontou múltiplas fraturas e lesões internas como causa da morte, e descartou hipotermia.
O legista local afirmou que Juliana teria sobrevivido por cerca de 20 minutos após o impacto, mas não indicou o dia exato da queda. A divulgação do laudo aconteceu em uma coletiva de imprensa na Indonésia antes de qualquer comunicação formal com a família da vítima.
A atitude foi criticada pelos familiares, que acompanham o caso com o apoio da Defensoria Pública da União (DPU) desde o início das buscas. A irmã da vítima, Mariana Marins, tem utilizado um perfil nas redes sociais para atualizar amigos e seguidores sobre o andamento das investigações e homenagens.
O corpo de Juliana chegou ao Brasil no início da semana e passou por uma nova autópsia na manhã de quarta-feira, 2 de junho, no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto, no Rio de Janeiro. Dois peritos da Polícia Civil conduziram o procedimento, acompanhados por um agente da Polícia Federal e um representante da família.
A Defensoria Pública da União solicitou o exame complementar devido à ausência de informações precisas sobre a causa da morte no laudo indonésio. A perícia brasileira durou cerca de duas horas, com início às 08h30.
As autoridades informaram que um laudo preliminar será entregue em até sete dias. Segundo a defensora pública Taísa Bittencourt Leal Queiroz, o pedido para nova análise visava esclarecer “a causa e o momento exato da morte”, o que o exame internacional não conseguiu determinar de forma conclusiva.
Além do pedido para uma nova necropsia, a Defensoria Pública também enviou ofício à Polícia Federal solicitando a abertura de inquérito para investigar as circunstâncias da morte de Juliana. A solicitação leva em conta a ausência de detalhes técnicos e cronológicos no laudo elaborado na Indonésia, além das críticas da família sobre a forma como as autoridades estrangeiras lidaram com o caso.
1
2
3
16:04, 12 Mar
30
°c
Fonte: OpenWeather
Neste ano, estão sendo ofertadas 595.374 bolsas,em 895 cursos de 1.046 instituições privadas de ensino superior de todo o país.
Parlamentar pernambucana critica ataques nas redes contra Erika Hilton e afirma que representatividade de mulheres trans no poder deve ser celebrada.
Ainda de acordo com o secretário, diferentes fases da Operação Contenção já resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 15 bilhões ligados ao grupo criminoso.
mais notícias
+