Servidora pública processa loja após receber bebê reborn calvo e com pele descascando Foto: Reprodução
Uma servidora pública do Rio de Janeiro acionou a Justiça após se frustrar com a compra de um bebê reborn. A boneca hiper-realista, adquirida pela internet, custou a bagatela de R$ 5,8 mil, além de R$ 225 de frete. Ao receber o produto, ela constatou diversos defeitos: o boneco apresentava calvície, pele danificada e até um remendo no nariz.
Diagnosticada com depressão, a mulher buscava na boneca uma forma de amenizar a solidão e ter uma companhia para direcionar seu afeto. Por isso, escolheu cuidadosamente cada detalhe da peça sob encomenda: cor dos cabelos, tom de pele, formato dos olhos, entre outras características personalizadas.
A compra foi feita com base em um perfil de rede social especializado nesse tipo de confecção. No entanto, segundo ela, além dos defeitos no produto, houve problemas no processo de envio. Diante da decepção, solicitou o cancelamento da compra, o reembolso do valor pago e uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.
“O sonho tornou-se frustração”, diz trecho do processo. “A autora padece de grave quadro de depressão, mora sozinha e encontrou nas bonecas reborn uma alegria diária, uma companhia e um foco para direcionar todo o afeto guardado em seu coração.”
O caso ainda aguarda decisão judicial. Uma audiência de conciliação está marcada para o dia 23 de junho.
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