Queda de ponte que ligava Tocantins e MAranhão. Foto: Divulgação
Os Corpos de Bombeiros do Tocantins e do Maranhão localizaram, até o momento, os corpos de nove vítimas do acidente com a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os dois estados, segundo o último boletim divulgado.
Dois deles ainda não foram retirados do rio, pois continuam presos às ferragens de um dos veículos que caiu no Rio Tocantins. O resgate não ocorreu devido à falta de condições seguras para os mergulhadores.
Equipes com botes estão percorrendo vários quilômetros das margens do rio, já que a correnteza pode ter levado os corpos para longe da ponte. O corpo da última vítima, localizado na noite de quinta-feira, 26 de dezembro, estava a cerca de 16 km do local do desabamento, segundo os bombeiros.
As buscas pelos 8 desaparecidos continuam nesta sexta-feira, 27 de dezembro.
Vários órgãos de segurança e ambientais participaram, nessa quinta-feira, da 1ª Reunião da Sala de Crise, que teve como foco o compartilhamento de informações sobre a atuação de órgãos federais e estaduais em relação à qualidade da água do Rio Tocantins após o acidente.
Dos 10 veículos que caíram no rio com o desabamento da ponte, três são caminhões que transportavam cerca de 25 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico.
A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão ainda não detectou nenhuma anormalidade na qualidade da água, que pode ser consumida.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que as empresas transportadoras já foram notificadas para que removam todo o material submerso no rio Tocantins, o que deve levar entre 15 e 30 dias.
A segunda reunião da Sala de Crise está prevista para acontecer na próxima segunda-feira.
1
3
00:28, 05 Nov
27
°c
Fonte: OpenWeather
Em 2025, havia 12,3 mil favelas no país, distribuídas em 651 municípios, sendo que 60,3% da urbanização existente nesses locais surgiram após 1985.
Em comunicado, o Copom informou que as incertezas se ampliaram nas últimas semanas e que as expectativas de inflação continuam acima da meta.
Diante do aumento dos relatos, o ministro Luiz Marinho fez um apelo a empresários que tenham ameaçado ou demitido funcionários por razões políticas, que recuem e se retratem publicamente.
mais notícias
+