Preta e Bolsonaro. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A cantora Preta Gil, que morreu neste domingo (20), aos 50 anos, em Nova York, protagonizou um dos episódios mais marcantes de sua trajetória pública em 2011, quando entrou com uma ação judicial contra o então deputado federal Jair Bolsonaro por racismo.
O caso ocorreu durante o quadro “O povo quer saber”, do programa CQC, da TV Bandeirantes. Preta perguntou a Bolsonaro como ele reagiria se um de seus filhos se relacionasse com uma mulher negra. A resposta do parlamentar foi considerada ofensiva e discriminatória: “Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu.”
A declaração gerou ampla repercussão nas redes sociais e na imprensa. No mesmo dia, Preta Gil anunciou que acionaria a Justiça. O episódio resultou na abertura de um inquérito e, anos depois, em uma decisão judicial.
Em 2019, a Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manteve a condenação de Bolsonaro por danos morais, com três votos a um. Ele foi obrigado a pagar R$ 150 mil ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDDD), ligado ao Ministério da Justiça.
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O religioso explicou que já estava em casa desde o dia 27 de março, mas decidiu comunicar a informação apenas depois, devido à instabilidade da doença.
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