"Pouca Sombra", anão é preso suspeito de integrar quadrilha que orquestrou maior assalto do MT Foto: Divulgação
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na quinta-feira, 9 de abril, Pablo Henrique de Sousa Franco, conhecido pelo apelido “Pouca Sombra”, durante a terceira fase da Operação Pentágono, que investiga o maior e mais violento roubo já registrado no estado.
Apontado como suspeito de integrar a quadrilha responsável pelo ataque a uma empresa transportadora de valores ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa, Pablo foi um dos alvos das 97 ordens judiciais cumpridas nesta etapa da operação.
O crime, executado na modalidade conhecida como “domínio de cidades”, envolveu uma ação coordenada de criminosos fortemente armados que teriam atuado para controlar parte da cidade durante o assalto, considerado pelas autoridades como um dos mais violentos já registrados em Mato Grosso.
Além da prisão de “Pouca Sombra”, a operação também cumpre mandados de prisão, busca e apreensão e determina o bloqueio de contas bancárias de investigados apontados como integrantes da organização criminosa.
De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso, a ofensiva faz parte de um conjunto de ações voltadas à desarticulação do grupo, que teria atuação interestadual, estrutura complexa e divisão de tarefas entre seus membros.
A operação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e foi deflagrada no mesmo dia em que o crime completa três anos, marcando mais uma etapa das investigações sobre o caso.
Os valores ilícitos movimentados pelos integrantes do grupo criminoso, notadamente os componentes do Núcleo de Comando e Financeiro, são oriundos de outras ações de grande magnitude de roubo a banco e a transportadoras de valores ocorridas no Brasil ao longo dos últimos anos.
A investigação apurou que vários investigados e armas de fogo apreendidas tiveram envolvimento em outras grandes ações criminosas, além de inúmeras outras ações de médio e pequeno porte que serviram como crimes antecedentes para a posterior lavagem de dinheiro operada pela organização criminosa.
Segundo o delegado titular da GCCO, Gustavo Belão, esta fase final da operação é um marco para a Polícia Civil de Mato Grosso, cujo foco recai sobre os núcleos de execução e apoio logístico, de comando intelectual e financeiro.
“São criminosos que planejaram, financiaram e executaram a logística do terror vivenciado naquele dia na cidade de Confresa, sendo que pelo menos quatro alvos estiveram na linha de frente do crime. O trabalho demonstra que não há fronteiras para a Justiça, seja ele o financiador do Sudeste ou o financiador no Norte, todos serão responsabilizados pelo crime”, destacou.
Em um domingo, 9 de abril de 2023, 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, cidade a 1.050 quilômetros de Cuiabá, em uma ação coordenada. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu policiais e incendiou o prédio público, enquanto outras frentes da quadrilha destruíram veículos e prédios públicos, criando um clima de terror entre a população local.
O principal alvo da ação era a transportadora de valores Brinks. Utilizando explosivos de alta potência, o grupo criminoso tentou arrombar o cofre, mas não teve êxito e foi forçado a fugir, abandonando os veículos e parte do material utilizado na ação.
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