De acordo com as investigações, a organização criminosa é suspeita de movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão provenientes de contratos fraudulentos e de obras superfaturadas.
Operação da Polícia Federal. Foto: Divulgação
A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal, deflagrou, nesta segunda-feira, 23 de dezembro, a segunda fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular organização criminosa suspeita de atuar em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
Estão sendo cumpridos, nas cidades de Brasília/DF, Salvador/BA, Lauro de Freitas/BA e Vitória da Conquista/BA, 10 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva, uma ordem de afastamento cautelar de um servidor público de suas funções, além de medidas de sequestro de bens. Os alvos são agentes públicos envolvidos em esquema coordenado pelo empresário Mauro Moura, o “Rei do Lixo”.
Além disso, nesta fase foi determinado o sequestro de aproximadamente R$ 4,7 milhões, valor obtido pela organização criminosa por meio dos crimes investigados, e diversos veículos de luxo.
De acordo com as investigações, a organização criminosa é suspeita de movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão provenientes de contratos fraudulentos e de obras superfaturadas. O grupo também contava com uma célula de apoio informacional, composta por policiais, que tinha a função de repassar informações sensíveis à organização criminosa, incluindo a identificação de agentes federais envolvidos em diligências sigilosas.
Os crimes apurados incluem corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações da PF.
2
23:06, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
O técnico do Palmeiras aproveitou a entrevista coletiva após a vitória contra o Internacional por 3 a 1 para desabafar.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
mais notícias
+