Tenente-coronel Geraldo Leite e sua esposa PM, que morreu dentro de apartamento. Foto: Redes Sociais/Reprodução
A Polícia Militar de São Paulo (PMSP) determinou, nesta quinta-feira, 2 de abril, a ida para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado de feminicídio pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana.
A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pela Diretoria de Pessoal da corporação. O documento aponta que, conforme a legislação vigente, o oficial tem direito à aposentadoria com base em critérios proporcionais de idade, mas com vencimentos integrais.
Na prática, isso significa que, mesmo na reserva, ele continuará recebendo remuneração. Antes da prisão, em fevereiro de 2026, o salário bruto do tenente-coronel era de R$ 28,9 mil, de acordo com dados do Portal da Transparência do Governo de São Paulo.
Com a aplicação da proporcionalidade, a estimativa é de que os vencimentos na aposentadoria fiquem em torno de R$ 21 mil, conforme cálculos divulgados pela reportagem do G1.
A Polícia Militar ressaltou, no entanto, que a ida para a reserva não interfere no andamento do processo administrativo disciplinar. O procedimento, conduzido pela Corregedoria da corporação, pode resultar na expulsão do oficial.
O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi preso no dia 18 de março, pela Polícia Civil de São Paulo (PCESP). A prisão ocorreu após o avanço das investigações sobre a morte de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, ocorrida em fevereiro deste ano.
O oficial foi conduzido por equipes da Polícia Civil ao 8º DP e deve ser encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, unidade destinada a integrantes da corporação localizada na zona norte de São Paulo, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O pedido de prisão foi fundamentado na necessidade de garantir a integridade do processo. Segundo as autoridades, a liberdade do tenente-coronel representava um risco direto para a elucidação do caso.
A Justiça de São Paulo determinou no dia 10 de março que a polícia investigasse a morte da policial como feminicídio.
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