Oruam afirma que teve visto para os EUA negado por seu 'histórico familiar complicado'. Foto: Reprodução/Instagram
O rapper Oruam revelou numa transmissão ao vivo com o influenciador Ruyter que não consegue obter o visto americano e que essa situação já prejudicou diretamente sua carreira internacional. O artista apontou que o principal motivo da negativa está ligado ao seu histórico familiar: ele é filho de Marcinho VP, um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), preso desde 1996.
"Nos Estados Unidos eu não posso nem entrar! Toda vez que vou tentar tirar o visto, não dá, porque, você sabe... Eu tenho um familiar histórico um pouco complicado", disse Oruam durante uma transmissão ao vivo com o influenciador digital Ruyter Poubel.
Além do pai, Oruam também é sobrinho de Elias Maluco, outro nome de peso do CV, condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, morto em 2002 enquanto investigava crimes em bailes funk do Rio de Janeiro. O rapper carrega uma tatuagem em homenagem ao tio e costuma, em seus shows, pedir a liberdade de Marcinho VP.
A negativa do visto já impediu Oruam de participar de eventos importantes, como o BET Awards 2024, em Los Angeles, onde estava indicado na categoria "Artista Revelação". Ele foi o único brasileiro que não conseguiu comparecer à cerimônia por falta do documento.
Na oportunidade, Oruam também comentou com Ruyter sobre a situação do pai.
"Em breve, tropa. O meu pai sai em breve, pegou a visão? É que, tipo, o meu pai não deve mais nada assim. Mas a Justiça não solta ele por causa da mídia, que fica colocando ele como um vilãozão, para sempre. Mas o meu pai mesmo não deve mais nada, tropa. Ele já pagou, foi tudo, entendeu? Ele vai sair em breve, em nome do Senhor Jesus", afirmou o cantor.
Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, mais conhecido pelo nome artistico Oruam, é um rapper carioca dono do sucesso 'Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim', que se tornou a música mais ouvida do Brasil na plataforma Spotify.
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Autorizada pelo TSE, a união entre as legendas sob comando de Antonio Rueda cria um superbloco partidário focado em estabilidade e disciplina fiscal.
O negócio está avaliado em cerca de US$ 2,1 bilhões, equivalente a mais de R$ 11 bilhões.
Segundo a secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho, a iniciativa busca tornar mais eficaz a proteção concedida pela Justiça.
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