Naufrágio em Manaus. Foto: Reprodução.
Duas pessoas morreram e sete continuam desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação na sexta-feira, 13 de fevereiro, no Encontro das Águas, em Manaus, no Amazonas. As equipes de salvamento resgataram 71 passageiros que estavam à deriva.
Uma força-tarefa segue nas buscas pelas vítimas neste sábado, com 25 bombeiros mergulhadores, outros 20 agentes e oito embarcações. As vítimas fatais do acidente são uma menina de três anos e uma mulher.
A criança chegou a ser resgatada e encaminhada ao pronto-socorro, mas deu entrada na unidade já sem vida. Os dois corpos seguem no Instituto Médico Legal, onde passam pelo processo de identificação para serem liberados.
Segundo o governo estadual, os passageiros viajavam na lancha rápida Lima de Abreu XV, que saiu de Manaus com destino ao município de Nova Olinda do Norte, quando naufragou ainda nas proximidades da capital. O condutor da embarcação foi detido no início da noite de sexta-feira e conduzido à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, onde está sendo ouvido.
Três adolescentes foram apreendidos na noite da quinta-feira, 12, por arremessarem um cão no rio e depois jogarem o animal do alto de um prédio em Itajaí, em Santa Catarina.
A Guarda Municipal de Itajaí, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal na Rua Domingos Braz Sedez, no bairro Cordeiros.
De acordo com relatos de testemunhas, quatro adolescentes teriam arremessado o animal no rio e, posteriormente, levado o cão até um prédio abandonado nas proximidades, de onde o teriam lançado do alto da edificação. O animal não resistiu aos ferimentos e morreu.
Os três adolescentes foram localizados e encaminhados à delegacia. O Estadão não localizou a defesa dos suspeitos
Os nomes dos adolescentes não foram divulgados.
É ao menos o terceiro caso recente de ataques a cães. Nas últimas semanas, tais crimes foram registrados nos Estados do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo e geraram indignação. Entre eles está o do cão Orelha, morto após ser agredido no Estado catarinense.
O cão comunitário Orelha, de 10 anos de idade, foi encontrado agonizando após ser agredido e precisou sofrer eutanásia devido à gravidade das lesões.
Segundo as investigações, Orelha não morreu após agressões cometidas por um grupo, como divulgado inicialmente.
A apuração apontou que a morte do animal foi causada por um único adolescente, que chegou a viajar para os Estados Unidos em uma excursão escolar após o crime e retornou antecipadamente ao Brasil a pedido dos investigadores.
Após a repercussão do caso, manifestações ocorreram em quase todas as capitais do País para cobrar justiça e a responsabilização pela morte do pet.
Caramelo é outro cachorro comunitário que, segundo as investigações, foi agredido na mesma praia e no mesmo mês. Na ocasião, o animal sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral Ulisses Gabriel.
Estadão Conteúdo
16:04, 14 Fev
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