MC Poze do Rodo e Oruam. Foto: Reprodução
O funkeiro MC Poze do Rodo usou as redes sociais para sair em defesa do rapper Oruam, que foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro na noite da última terça-feira, 21 de julho. A ação aconteceu na mansão do cantor, localizada no bairro do Joá, na Zona Oeste da capital fluminense, e resultou na prisão de um homem que, segundo informações, seria amigo de Oruam.
Revoltado com a situação, Poze publicou um desabafo em seus perfis:
"Não é possível que nada vai acontecer. Não é possível. Os caras estão esculachando a gente a troco de nada", escreveu.
Na sequência, o MC compartilhou um vídeo da operação policial e afirmou que um dos agentes envolvidos seria o mesmo responsável por sua prisão no mês anterior.
"Coé, rapa. Maior esculacho. O mesmo cara. Só ele fazendo tudo isso. Fez comigo e agora está fazendo com os amigos. Que loucura. Ninguém faz nada, ninguém se move, ninguém nada. Vai tomar no c",* desabafou.
"Vamos agir na sabedoria!!! Algo tem que ser feito. Nós não aguentamos mais toda essa perseguição", finalizou.
MC Poze foi preso em junho deste ano durante uma operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ). O cantor tem se posicionado constantemente nas redes contra o que classifica como perseguição policial a ele e a outros artistas da cena do rap e do funk.
A Justiça do Rio de Janeiro (PJERJ), expediu nesta terça-feira, 22 de julho, um mandado de prisão preventiva contra o rapper Oruam, cujo nome é Mauro Davi Nepomuceno, filho do líder do Comando Vermelho (CV) Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP.
O artista se envolveu em uma confusão com policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), que cercaram a casa onde ele vive, no Joá, Zona Oeste da cidade.
A decisão veio após o artista e pessoas próximas terem interferido diretamente no cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra um adolescente de 17 anos procurado por roubo de veículos, sendo indiciado logo em seguida pela Polícia Civil.
O chefe da corporação, Felipe Cury, classificou a conduta do cantor como uma tentativa de desestabilizar a operação policial legítima.
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