Os funcionários também tiveram garantia de que os empregos serão mantidos e que terão adiantamento no 13° salário.
07 de maio de 2024 às 14:01 - Atualizado às 14:01
Luciano Hang visitando a loja da Havan de Lajedo, que foi atingida pela cheia. Luciano Hang visitando a loja da Havan de Lajedo, que foi atingida pela cheia.
Luciano Hang, dono da Havan, decidiu ajudar as vítimas da enchente no Rio Grande do Sul de várias maneiras.
Ele antecipou os bônus para os funcionários afetados e decidiu doar todos os produtos restantes das lojas inundadas para as pessoas que mais precisam.
Duas lojas da Havan foram atingidas pela enchente, uma em Lajeado e outra em Porto Alegre.
A loja de Lajeado sofreu danos graves, com prejuízos entre R$ 20 e R$ 30 milhões.
Enquanto em Porto Alegre a água danificou o primeiro andar, incluindo a praça de alimentação e os estacionamentos.
A empresa enviou helicópteros para ajudar na distribuição de suprimentos e no resgate de pessoas.
Luciano Hang visitou Lajeado para garantir aos funcionários que ele manterá os empregos e que a loja será reconstruída em cerca de três a quatro meses.
Apesar dos estragos, alguns produtos ficaram intactos, então Hang decidiu doá-los para instituições locais ajudarem quem precisa.
A Havan também iniciou uma campanha de arrecadação chamada Troco Solidário, destinando o valor arrecadado em maio para ajudar a população gaúcha.
A empresa tem lojas em 16 municípios do Rio Grande do Sul, e as enchentes afetaram 7 deles.
Além disso, as quatro Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no Complexo do Toropi e Rio Guassupi, operadas pela Havan, atingiram a capacidade máxima durante a chuva intensa.
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