Igreja Universal pede isenção de impostos em helicóptero de R$ 35 milhões e carros de luxo Foto: Reprodução / YouTube
A Igreja Universal do Reino de Deus ingressou na Justiça para tentar garantir isenção de impostos sobre um helicóptero avaliado em cerca de R$ 35 milhões e sobre veículos de luxo, como BMW e Porsche.
No processo, a instituição argumenta que o helicóptero seria utilizado para o deslocamento de lideranças religiosas, o que justificaria a aplicação do benefício fiscal previsto para entidades religiosas.
As ações têm provocado reações distintas no Judiciário, que reconhece a imunidade, mas entende que os bens não possuem relação direta com o culto ou suas finalidades essenciais.
O tema ganhou força após a ampliação da interpretação da imunidade tributária aprovada no fim de 2023 pelo Congresso Nacional, que passou a abranger não apenas os templos físicos, mas também as organizações religiosas em sentido mais amplo. A mudança abriu espaço para que novas categorias de patrimônio fossem incluídas em pedidos de isenção.
O pastor Silas Malafaia deu o que falar ao pedir orações de fiéis para a compra de um novo avião, alegando que o modelo atual é antigo e insuficiente para suas atividades ministeriais.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou: “Eu estou precisando trocar e estou orando a Deus para me abrir portas para tocar em pessoas porque preciso de um avião mais novo”.
Atualmente, Malafaia utiliza um Cessna Citation III de 1985, adquirido em 2009 pela Associação Vitória em Cristo. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo defendeu o pedido de contribuições, afirmando que o julgamento sobre suas escolhas financeiras não cabe a terceiros: “Se você não precisa, é uma questão sua. Não julgue os outros por você”.
No mesmo vídeo, o pastor criticou programas sociais do governo federal, chamando-os de “compra de voto disfarçada” e comparando-os a regimes comunistas, como os de Cuba e da União Soviética.
As declarações provocaram críticas de internautas, que questionaram a utilização de recursos de fiéis para despesas pessoais de um religioso milionário.
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A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente.
Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
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