A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
14 de setembro de 2026 às 11:52 - Atualizado às 11:54
Presidente Lula e Flávio Bolsonaro. Foto: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos à Presidência com maior rejeição, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Para cada um deles, 55% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum.
A rejeição de Lula oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Flávio manteve os 55% registrados nas duas rodadas anteriores.
O porcentual dos que dizem que poderiam votar no presidente passou de 44% para 45%. No caso de Flávio, o potencial de voto foi de 40% para 43%, enquanto o desconhecimento recuou de 5% para 2%. Lula é conhecido por todos os entrevistados.
Ronaldo Caiado (PSD) tem rejeição de 42%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 40%; Renan Santos (Missão), com 30%; e Augusto Cury (Avante), com 26%.
Entre os eleitores que se identificam como independentes, Lula e Flávio também empatam em rejeição, com 63% cada. Nesse grupo, 37% dizem que poderiam votar no petista e 33%, no senador.
No recorte religioso, a rejeição de Lula é de 69% entre os evangélicos e de 47% entre os católicos. Flávio é rejeitado por 44% dos evangélicos e 59% dos católicos.
Regionalmente, 63% dos eleitores do Sul e 60% dos do Sudeste afirmam que não votariam em Lula. No Nordeste, o índice é de 40% A rejeição de Flávio é de 60% no Nordeste, 54% no Centro-Oeste e no Norte, analisados conjuntamente, 53% no Sudeste e 49% no Sul.
Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.
Estadão Conteúdo
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Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
O levantamento ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Se eleito, o candidato promete que terá a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União) como secretária-geral da Presidência e o deputado federal Kim Kataguiri à frente de um "super ministério".
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