O grupo Mobiliza Odonto, que organiza as reivindicações, agendou um protesto na quinta-feira (27), com o objetivo de chamar a atenção para os problemas enfrentados.
Vazamento de sangue em cirurgia na clínica odontológica da UFPE. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Estudantes do curso de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) usaram as redes sociais para denunciar a precariedade das clínicas odontológicas da instituição.
Entre os principais problemas relatados estão a falta de insumos básicos, equipamentos danificados e falhas na infraestrutura, fatores que comprometem tanto o aprendizado acadêmico quanto o atendimento à população.
Diante da situação, o grupo Mobiliza Odonto, que organiza as reivindicações, agendou um protesto para a próxima quinta-feira (27), às 14h, com o objetivo de chamar a atenção para os problemas enfrentados.
Ao Jornal do Commércio, uma estudante, que preferiu não se identificar, a afirmou deterioração das clínicas ocorre há anos, sem que medidas efetivas sejam tomadas.
"A clínica B, por exemplo, era dividida em boxes, mas devido a problemas com cupins, metade deles foi retirada. Agora restam apenas cinco, e mesmo assim há problemas: em um deles, a garrafa de água não encaixa e a cadeira está parada; em outro, o ar-condicionado e o equipo (cadeira utilizada para atendimentos odontológicos) não funcionam corretamente; há ainda um box que teve um vazamento de sangue durante uma cirurgia, escorrendo até para fora", relata a estudante.
Além disso, problemas no sistema de sucção também afetam o funcionamento dos atendimentos.
“É recorrente que o sugador entupa, e nos mandam parar no meio do atendimento para limpar com cloro, o que é um absurdo. Isso deveria ser responsabilidade do departamento, não nossa", denuncia a acadêmica.
Outro ponto criticado pelos alunos é a necessidade de custear materiais essenciais que deveriam ser fornecidos pela universidade.
"Nós compramos desde algodão e soro até seringas e kits cirúrgicos. Até mesmo a água destilada para os equipos é custeada por nós. A água fornecida pela universidade é podre. Toda a tubulação e encanamento são muito antigos, e não há condições de usá-la na boca dos pacientes", afirma a estudante.
A ausência de manutenção também coloca em risco a segurança dos estudantes e pacientes.
"Teve um vazamento de cano na clínica B que afetou a parte elétrica e todo mundo precisou sair porque havia risco de ser eletrocutado", conta a aluna.
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Além disso, a empresa também deverá afixar a comunicação em locais de grande circulação de funcionários em seus estabelecimentos. Caso a empresa descumpra a decisão, há multa diária de R$ 500 mil.
Para assegurar que o momento de ir às urnas ocorra com agilidade, conforto e segurança, a legislação brasileira estabelece um conjunto de direitos e preferências.
Os processos seletivos incluem cargos de analista, especialista, consultor, desenvolvedor e jovem aprendiz, entre outras funções. Os requisitos variam conforme a posição pretendida.
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